Letra de Faz de Conta - Cesar Passarinho
Lado A
01
Guri
02
Cambichos
03
Os Cardeais
04
Volteada
05
Fim de Mês
06
Negro de 35
07
Faz de Conta
08
Noites de Inverno, Sonhos de Primavera
09
Não há Pandorgas no Céu
10
Assim no Más
11
Manhas de Verão
12
Sonho de Seresteiro
13
Que Homens São Esses
14
Clarão Rural
15
Noites de Milonga
16
Estrelas de Peão
17
Moirão a Moirão
18
Lado a Lado
Faz de Conta
Calça curta, pés descalços,
E pra defender meu pago,
Uma espada de alecrim,
Fui o leão do Caverá,
Fui feliz quando fui pia,
Tive um mundo só pra mim.
Eu fui herói fui bandido,
Fui senhor das sesmarias,
Nestas minhas fantasias,
Tive muitos inimigos,
E o cardeal das laranjeiras,
Me avisava dos perigos.
À cavalo Honório Lemes,
Pegue as "arma" e te prepara.
Que aí Vem Flores da Cunha
No seu flete de taquara.
Tempos de doces lembranças
Que o faz de conta criou
Mundéus de crinas trançadas
Forcas que o vento balança,
Para os tempos de crianças
Que o próprio tempo ariscou.
Homens de um tempo sem medo,
Para exemplo nos brinquedos,
Que a vida deixou passar.
E o piá de estância de agora,
Já não tem a quem copiar.
E pra defender meu pago,
Uma espada de alecrim,
Fui o leão do Caverá,
Fui feliz quando fui pia,
Tive um mundo só pra mim.
Eu fui herói fui bandido,
Fui senhor das sesmarias,
Nestas minhas fantasias,
Tive muitos inimigos,
E o cardeal das laranjeiras,
Me avisava dos perigos.
À cavalo Honório Lemes,
Pegue as "arma" e te prepara.
Que aí Vem Flores da Cunha
No seu flete de taquara.
Tempos de doces lembranças
Que o faz de conta criou
Mundéus de crinas trançadas
Forcas que o vento balança,
Para os tempos de crianças
Que o próprio tempo ariscou.
Homens de um tempo sem medo,
Para exemplo nos brinquedos,
Que a vida deixou passar.
E o piá de estância de agora,
Já não tem a quem copiar.