Letra de Volteada - Cesar Passarinho
Lado A
01
Guri
02
Cambichos
03
Os Cardeais
04
Volteada
05
Fim de Mês
06
Negro de 35
07
Faz de Conta
08
Noites de Inverno, Sonhos de Primavera
09
Não há Pandorgas no Céu
10
Assim no Más
11
Manhas de Verão
12
Sonho de Seresteiro
13
Que Homens São Esses
14
Clarão Rural
15
Noites de Milonga
16
Estrelas de Peão
17
Moirão a Moirão
18
Lado a Lado
Volteada
De vez em quando quando encilho o meu tordilho
O paero é brilho do rabicho até a barbela
E quando cruzo as moças ficam suspirando
Encompridando seus olhares na janela.
No bate casco do compasso do estradeiro
Por entre os serros, vou cantando as chilenas
Bate mais forte o coração quando arrodeio
Pra por o freio na mais xucras das morenas.
Uma volteada na madrugada
Sempre faz bem pra quem tem no sangue;
O gosto livre pra ir bailando
Pelos fandangos do rio grande.
Quando refugo as invernadas e os bretes
Deito o topete campear uma mimosa
E quando acho a querendona pros pelegos
Neste chamego quebro o queixo da cheirosa
Parou a gaita no clarear da madrugada
Vou pela estrada para o rumo do meu rancho
Levando doce do perfume de uma flor
Que com amor se debruçou pelo meu poncho.
O paero é brilho do rabicho até a barbela
E quando cruzo as moças ficam suspirando
Encompridando seus olhares na janela.
No bate casco do compasso do estradeiro
Por entre os serros, vou cantando as chilenas
Bate mais forte o coração quando arrodeio
Pra por o freio na mais xucras das morenas.
Uma volteada na madrugada
Sempre faz bem pra quem tem no sangue;
O gosto livre pra ir bailando
Pelos fandangos do rio grande.
Quando refugo as invernadas e os bretes
Deito o topete campear uma mimosa
E quando acho a querendona pros pelegos
Neste chamego quebro o queixo da cheirosa
Parou a gaita no clarear da madrugada
Vou pela estrada para o rumo do meu rancho
Levando doce do perfume de uma flor
Que com amor se debruçou pelo meu poncho.