Letra de Trem da Querência - João Chagas Leite
Disco A
01
Cria Enjeitada
02
Penas
03
Campo, Pampa e Querência
04
Seiva de Vida e Paz
05
Ave Sonora
06
Partida
07
Madrugador
08
Mundo Louco
09
Mate do Norte
10
Trem da Querência
11
Na Moldura da Janela
12
Ciranda
13
Por Quem Cantam os Cardeais
14
Desassossegos
15
Remembranças
16
Recultando Lembranças
Trem da Querência
Cadê aquele trem...da nossa gente campeira
Que passava nesse pago e nos levava pra fronteira
Cruzava matas e rios, serra, planalto e missões
Carregando o meu rio grande naqueles grandes vagões.
E assim o trem se ía no seu tranquito no más,
Fumegando trilha a fora deixando nuvens pra trás
Apitava forte e grosso despertando os pirilampos
Tal qual um touro berrando na imensidão desses campos.
Que viagem buena de sonhos, carregada de emoção
Onde a saudade acenando ficava em cada estação
Vamos depressa, meu bem que lá vem o trem da linha
Eu ainda lembro bem
Foi no banco desse trem que tu prometeu ser minha.
Dê-lhe fogo seu foguista, faça esse trem bufar
De manhã em uruguaiana e gente tem que chegar.
Com o era bom viajar no saudoso trem de linha
Era um transporte sem luxo, mas de tudo ali se tinha
Jornal, revista, baralho, prosa alegre e mate quente
E o vagão do restaurante servindo bois pra gente.
No coração do rio grande central de santa maria
Quando o trem chegava ali, quanta festa se fazia
Logo após a baldeação já se ouvia do som do sino
Era o trem pronto de novo pra seguir o seu destino.
Eu não sei se foi ganância ou tropeço da ciência
Que colocou em desuso o nosso trem da querência.
Que passava nesse pago e nos levava pra fronteira
Cruzava matas e rios, serra, planalto e missões
Carregando o meu rio grande naqueles grandes vagões.
E assim o trem se ía no seu tranquito no más,
Fumegando trilha a fora deixando nuvens pra trás
Apitava forte e grosso despertando os pirilampos
Tal qual um touro berrando na imensidão desses campos.
Que viagem buena de sonhos, carregada de emoção
Onde a saudade acenando ficava em cada estação
Vamos depressa, meu bem que lá vem o trem da linha
Eu ainda lembro bem
Foi no banco desse trem que tu prometeu ser minha.
Dê-lhe fogo seu foguista, faça esse trem bufar
De manhã em uruguaiana e gente tem que chegar.
Com o era bom viajar no saudoso trem de linha
Era um transporte sem luxo, mas de tudo ali se tinha
Jornal, revista, baralho, prosa alegre e mate quente
E o vagão do restaurante servindo bois pra gente.
No coração do rio grande central de santa maria
Quando o trem chegava ali, quanta festa se fazia
Logo após a baldeação já se ouvia do som do sino
Era o trem pronto de novo pra seguir o seu destino.
Eu não sei se foi ganância ou tropeço da ciência
Que colocou em desuso o nosso trem da querência.