Letra de Campo, Pampa e Querência - João Chagas Leite
Disco A
01
Cria Enjeitada
02
Penas
03
Campo, Pampa e Querência
04
Seiva de Vida e Paz
05
Ave Sonora
06
Partida
07
Madrugador
08
Mundo Louco
09
Mate do Norte
10
Trem da Querência
11
Na Moldura da Janela
12
Ciranda
13
Por Quem Cantam os Cardeais
14
Desassossegos
15
Remembranças
16
Recultando Lembranças
Campo, Pampa e Querência
Campo, ventre que gera meu canto
Universo dos meus versos, sementeira onde me planto;
Solo fértil, colo quente,
És o seio onde semeio os anseios de meu canto.
Pampa, razão, raiz de meus rumos
Destino de tantas vidas, hino à esperança que canto...
Meu canto vem de tua gente
Voz dos campos que nas mentes vinga as sementes que planto.
Campo dos que colhem sem plantar, dos que plantam se colher
Ah, pudesses tu escolher de quem ser e a quem se dar;
Pampa faz da voz dos que te cantam campo livre onde se laçam
As sementes da esperança do suor dos que te plantam.
Querência, terra da gente, essência de gente e terra
Que lições de vida encerras, terra humilde e tão capaz
E pensar que ainda há gente que em teu nome faz a guerra
Sem saber que gente e terra são sinônimos de paz!
Universo dos meus versos, sementeira onde me planto;
Solo fértil, colo quente,
És o seio onde semeio os anseios de meu canto.
Pampa, razão, raiz de meus rumos
Destino de tantas vidas, hino à esperança que canto...
Meu canto vem de tua gente
Voz dos campos que nas mentes vinga as sementes que planto.
Campo dos que colhem sem plantar, dos que plantam se colher
Ah, pudesses tu escolher de quem ser e a quem se dar;
Pampa faz da voz dos que te cantam campo livre onde se laçam
As sementes da esperança do suor dos que te plantam.
Querência, terra da gente, essência de gente e terra
Que lições de vida encerras, terra humilde e tão capaz
E pensar que ainda há gente que em teu nome faz a guerra
Sem saber que gente e terra são sinônimos de paz!