Letra de O Louco - Patricio Maicá
Disco A
01
Canto Missioneiro
02
Herança De Cantor
03
Canto Pra Juventude
04
Meu Velho Pai
05
Canto Dos Livre
06
Gana Missioneira
07
Belezas Missioneiras
08
Cepa Missioneira
09
Rio Da Minha Infância
10
Baile Do Sapucai
11
Balseiros Do Rio Uruguai
12
Homem Rural
13
Gaúcho Forte
14
Potranca Tordinha
15
O Louco
16
De Boca Em Boca
O Louco
Pelas ruas da cidade
vai o perfil de campeiro,
quantas marcas de saudade
na expressão deste tropeiro.
e hoje a pé, despacito
leva a tropa imaginária.
maluco, a falar solito.
estampa guapa e lendária!
será que foi o progresso
culpado desse descaso?
ou se a vida sem regresso
chega ao fim,tão triste o caso.
a realidade amarga,
não traz a paz nos caminhos
e o louco ao findar à tarde,
fala, canta, e ri sozinho!
e quando o cansaço lhe chega,
se senta pelas calçadas,
e nem ouve a gurizada
que lhe arrodeiam gritando :
- olha o louco! olha o louco!
pois seus olhos de ternura,
se perdem pelas lonjuras
a buscar novos caminhos.
quantos tropeiros conheço
que já não sabem o seu rumo
e cada passo é um tropeço,
outra erva, outro fumo.
e neste mundo maleva,
de tão difícil guarida,
quem sabe o sonho do louco
é melhor que outra vida.
será que foi o progresso
culpado deste descaso?
ou se a vida sem regresso
chega ao fim, tão triste o caso.
a realidade amarga,
não trás a paz aos caminhos.
e o louco ao findar à tarde,
fala,canta e ri sozinho
fala, canta e ri sozinho.
vai o perfil de campeiro,
quantas marcas de saudade
na expressão deste tropeiro.
e hoje a pé, despacito
leva a tropa imaginária.
maluco, a falar solito.
estampa guapa e lendária!
será que foi o progresso
culpado desse descaso?
ou se a vida sem regresso
chega ao fim,tão triste o caso.
a realidade amarga,
não traz a paz nos caminhos
e o louco ao findar à tarde,
fala, canta, e ri sozinho!
e quando o cansaço lhe chega,
se senta pelas calçadas,
e nem ouve a gurizada
que lhe arrodeiam gritando :
- olha o louco! olha o louco!
pois seus olhos de ternura,
se perdem pelas lonjuras
a buscar novos caminhos.
quantos tropeiros conheço
que já não sabem o seu rumo
e cada passo é um tropeço,
outra erva, outro fumo.
e neste mundo maleva,
de tão difícil guarida,
quem sabe o sonho do louco
é melhor que outra vida.
será que foi o progresso
culpado deste descaso?
ou se a vida sem regresso
chega ao fim, tão triste o caso.
a realidade amarga,
não trás a paz aos caminhos.
e o louco ao findar à tarde,
fala,canta e ri sozinho
fala, canta e ri sozinho.