Letra de Cepa Missioneira - Patricio Maicá
Disco A
01
Canto Missioneiro
02
Herança De Cantor
03
Canto Pra Juventude
04
Meu Velho Pai
05
Canto Dos Livre
06
Gana Missioneira
07
Belezas Missioneiras
08
Cepa Missioneira
09
Rio Da Minha Infância
10
Baile Do Sapucai
11
Balseiros Do Rio Uruguai
12
Homem Rural
13
Gaúcho Forte
14
Potranca Tordinha
15
O Louco
16
De Boca Em Boca
Cepa Missioneira
Da velha cepa missioneira
trago na alma a querência onde nasci
as turbulências das enchentes do uruguai
um sapucay nesta garganta guarani
as turbulências das enchentes do uruguai
e um sapucay nesta garganta guarani
sou seiva pura de uma raça que não morre
do sangue corre através das gerações
a força viva e secular do nativismo
no atavismo deste povo, das missões
da velha cepa missioneira
trago na alma a querência onde nasci
as turbulências das enchentes do uruguai
e um sapucay nesta garganta guarani
as turbulências das enchentes do uruguai
e um sapucay nesta garganta guarani
quando canto, sinto o cheiro da minha terra
tropel de guerra pelo verde dos ervais
a passarada anunciando a primavera
quando se espera sinfonia pela paz
da velha cepa missioneira
trago na alma a querência onde nasci
as turbulências das enchentes do uruguai
um sapucay nesta garganta guarani
as turbulências das enchentes do uruguai
e um sapucay nesta garganta guarani
vejo a morada pelos olhos da morena
manhãs serenas ao se abrir nos horizontes
lá pelos montes o silêncio dos caminhos
todo carinho dos nossos peitos amantes
trago na alma a querência onde nasci
as turbulências das enchentes do uruguai
um sapucay nesta garganta guarani
as turbulências das enchentes do uruguai
e um sapucay nesta garganta guarani
sou seiva pura de uma raça que não morre
do sangue corre através das gerações
a força viva e secular do nativismo
no atavismo deste povo, das missões
da velha cepa missioneira
trago na alma a querência onde nasci
as turbulências das enchentes do uruguai
e um sapucay nesta garganta guarani
as turbulências das enchentes do uruguai
e um sapucay nesta garganta guarani
quando canto, sinto o cheiro da minha terra
tropel de guerra pelo verde dos ervais
a passarada anunciando a primavera
quando se espera sinfonia pela paz
da velha cepa missioneira
trago na alma a querência onde nasci
as turbulências das enchentes do uruguai
um sapucay nesta garganta guarani
as turbulências das enchentes do uruguai
e um sapucay nesta garganta guarani
vejo a morada pelos olhos da morena
manhãs serenas ao se abrir nos horizontes
lá pelos montes o silêncio dos caminhos
todo carinho dos nossos peitos amantes