Letra de Gaudério - Luiz Marenco
Disco A
01
Apresentação
02
Romance do Pala Velho
03
Na Baixada do Manduca
04
Destino de Peão
05
Meu Rancho
06
Chamarrita de Galpão
07
Décima do Potro Baio
08
Fandango na Fronteira
09
Payador Pampa e Guitarra
10
Eu e o Rio
11
Aquele Zaino
12
Toada de Ronda
13
De Noite... Ao Tranquito / Milonga Missioneira
14
Recuerdo Posteiro
15
O Canto do Guri Campeiro
16
Gaudério
17
Prelúdio ao Alvorecer
Gaudério
Falado:
Na estância toda semana eu campereei de sol a sol
E hoje sábado e com gama me corto vera tirana
Com duas braças de sol.
Cantando
Meu zaino negro galhardo abro o pala em cima da anca
E a larga bombacha branca sobre a badana de pardo.
Fogoso pingo estradeiro sabe onde vou e onde vai
E segue abraçando o freio a galopito no mais.
Falado:
Nas quebradas e coxilhas as canções das sangas claras
Estão pedindo silencio para os rufos do meu lenço
E o alvoroço do meu pala.
Cantando
Sobe os pastos do chão de toda quieta querência
O cheiro fino de essência chinoca e manjericão.
Falado
Chaga enfim a paisanita e diz me adeus num lindo mono
Coma graça humilde esquisita como a flor d ecinamomo.
Cantando
E no aconchego do rancho dentro da noite invernal
Paira um campeiro perfume de flor gaúcha entre o xergalo
Cai a geada e o flete relicha branquiando pelo arrepiado
Olha noite pela frincha, então osilencio é gelado.
Falado
É um frio que ninguém se arrima que hai até em noites daquelas
Neves coalhadas la em cima na pocilgas das estrelas
Cantando
E os nosso peitos amantes, o ar parece que corta
Que os fogões dos amantes...
Na estância toda semana eu campereei de sol a sol
E hoje sábado e com gama me corto vera tirana
Com duas braças de sol.
Cantando
Meu zaino negro galhardo abro o pala em cima da anca
E a larga bombacha branca sobre a badana de pardo.
Fogoso pingo estradeiro sabe onde vou e onde vai
E segue abraçando o freio a galopito no mais.
Falado:
Nas quebradas e coxilhas as canções das sangas claras
Estão pedindo silencio para os rufos do meu lenço
E o alvoroço do meu pala.
Cantando
Sobe os pastos do chão de toda quieta querência
O cheiro fino de essência chinoca e manjericão.
Falado
Chaga enfim a paisanita e diz me adeus num lindo mono
Coma graça humilde esquisita como a flor d ecinamomo.
Cantando
E no aconchego do rancho dentro da noite invernal
Paira um campeiro perfume de flor gaúcha entre o xergalo
Cai a geada e o flete relicha branquiando pelo arrepiado
Olha noite pela frincha, então osilencio é gelado.
Falado
É um frio que ninguém se arrima que hai até em noites daquelas
Neves coalhadas la em cima na pocilgas das estrelas
Cantando
E os nosso peitos amantes, o ar parece que corta
Que os fogões dos amantes...