Letra de Fandango na Fronteira - Luiz Marenco
Disco A
01
Apresentação
02
Romance do Pala Velho
03
Na Baixada do Manduca
04
Destino de Peão
05
Meu Rancho
06
Chamarrita de Galpão
07
Décima do Potro Baio
08
Fandango na Fronteira
09
Payador Pampa e Guitarra
10
Eu e o Rio
11
Aquele Zaino
12
Toada de Ronda
13
De Noite... Ao Tranquito / Milonga Missioneira
14
Recuerdo Posteiro
15
O Canto do Guri Campeiro
16
Gaudério
17
Prelúdio ao Alvorecer
Fandango na Fronteira
Vou te contar bem direitinho
De um fandango na fronteira
Vanerão se dança xote
Também se dança rancheira
Os gaúchos são valentes
E as chinocas são faceiras
E os índios tinem a espora
No balanço da vaneira.
Este fandango que eu falo
É na fronteira do estado
Primeira estância da querência
No rio grande é o mais falado
E lá dos pagos missioneiros
É a catedral xucra do pago.
Prá dançar lá na fronteira
O salão sempre é folgado
São gaúchos caprichosos
Sempre estão bem arrumados
Guaiaca, bombacha larga
Lenço branco ou colorado.
Vou te contar bem direitinho
Das chinocas missioneiras
Dos olhares feiticeiros
Carinhosa e candongueiras
Umas que são argentinas
E outras que são brasileiras.
Quando vem clareando o dia
Que já termina o fandango
Se ouve o ronco dos trinta
E o forte estalos de mango
Mas não é briga e não é nada
É os gaúchos pacholeando.
E foi assim que eu te contei
Que é o fandango na fronteira
Vanerão se dança xote
Também se dança rancheira
Os gaúchos são valentes
E as chinocas são faceira
E os índios tinem a espora
No balanço da vaneira.
De um fandango na fronteira
Vanerão se dança xote
Também se dança rancheira
Os gaúchos são valentes
E as chinocas são faceiras
E os índios tinem a espora
No balanço da vaneira.
Este fandango que eu falo
É na fronteira do estado
Primeira estância da querência
No rio grande é o mais falado
E lá dos pagos missioneiros
É a catedral xucra do pago.
Prá dançar lá na fronteira
O salão sempre é folgado
São gaúchos caprichosos
Sempre estão bem arrumados
Guaiaca, bombacha larga
Lenço branco ou colorado.
Vou te contar bem direitinho
Das chinocas missioneiras
Dos olhares feiticeiros
Carinhosa e candongueiras
Umas que são argentinas
E outras que são brasileiras.
Quando vem clareando o dia
Que já termina o fandango
Se ouve o ronco dos trinta
E o forte estalos de mango
Mas não é briga e não é nada
É os gaúchos pacholeando.
E foi assim que eu te contei
Que é o fandango na fronteira
Vanerão se dança xote
Também se dança rancheira
Os gaúchos são valentes
E as chinocas são faceira
E os índios tinem a espora
No balanço da vaneira.