Letra de Deserdado - Luiz Marenco
Disco A
01
Pra Quem Avista Ivituatã
02
De Tempo e Tropa
03
Senhor das Manhãs de Maio
04
Deserdado
05
Funeral de Coxilha
06
Porque Canto Solito
07
Quando a Alma Volta pra Terra
08
Quando o Verso Vem Pras Casa
09
Um Vistaço na Tropa
10
Na Minha Solidão
11
Alma de Estância e Querência
12
Talvez Algum Dia
Deserdado
O índio incréu pensa sozinho
Não há caminho da terra ao céu
Mateia e pensa que fim levaram
Os que mataram a minha crença
Tinha o pajé que tinha o deus
Não são mais seus perdeu a fé
Ficaram rimas última herança
E na lembrança cruz e batinas
E a cruz solita pedra entalhada
Contempla o nada sonho jesuíta
Olha o mundéu da noite baixa
E a lua guacha a passear no céu
Céu guarani dos tempos novos
Sem as guainitas dos sete povos
Tecendo rendas de inhanduti
Ficaram ruínas última herança
E na lembrança cruz e batinas
Não há caminho da terra ao céu
Mateia e pensa que fim levaram
Os que mataram a minha crença
Tinha o pajé que tinha o deus
Não são mais seus perdeu a fé
Ficaram rimas última herança
E na lembrança cruz e batinas
E a cruz solita pedra entalhada
Contempla o nada sonho jesuíta
Olha o mundéu da noite baixa
E a lua guacha a passear no céu
Céu guarani dos tempos novos
Sem as guainitas dos sete povos
Tecendo rendas de inhanduti
Ficaram ruínas última herança
E na lembrança cruz e batinas