Letra de De Vida e Caminhos - Luiz Marenco
Disco A
01
Um Vistaço na Tropa
02
Batendo Água
03
Fronteiro de Alma e Pampa
04
Quando Alguém Vem na Estrada
05
Senhor das Manhãs de Maio
06
Quando o Verso Vem Pras Casa
07
Cansando o Cavalo
08
Enchendo os Olhos de Campo
09
Changueiro de Vida e Lida
10
Onde Andará
11
No Compasso do Meu Mundo
12
Alma de Estância e Querência
Disco B
01
Andapago
02
De Laço Nos Tentos
03
Quando Me Encontro Solito
04
Balcão de Pulperia
05
Milonga Para Cantar Querência
06
De Tropa e Inverno
07
Sonhos e Mágoas
08
À Don Ávila e Seu Tobiano
09
Égua, Poncho é Teu Dono
10
Lamento do Laçador
11
Pela Cordeona do Tempo
12
De Vida e Caminhos
De Vida e Caminhos
Onde andaram os cavalos, a nobreza em cada um
Jamais esqueci nenhum dos que encilhei vida a fora
Enquanto a vida demora, a repensar as estradas
Dormem léguas empacadas no silêncio das esporas.
A razão custa entender o que o caminho oferece
E no rigor desvanece consumindo a própria essência
Desnado de pó e ausência a alma feito horizonte
E um céu nublado de fronte faz emponchar à consciência.
Andar é rumo e distância, solidão, pingos e estradas
Com alegrias maneadas entre o nascente e o poente
Um tempo incerto na frente, limite de liberdade
Pra um dia virar saudade e ganhar nome de ausente.
E se ultrapassar querências a extraviar esperanças
Deixando rastros, lembranças assinalando caminhos
E a magia dos carinhos, doces no amargo da estrada
É a principal das aguadas pros que andejam sozinhos.
E cada um, a seu modo com seu tempo e seus dias
A embuçalar nostalgias, gasta a vida por ai
Esquecendo de sorrir, deixando esperanças boas
Se afogarem nas lagoas entre os juncais do existir.
Jamais esqueci nenhum dos que encilhei vida a fora
Enquanto a vida demora, a repensar as estradas
Dormem léguas empacadas no silêncio das esporas.
A razão custa entender o que o caminho oferece
E no rigor desvanece consumindo a própria essência
Desnado de pó e ausência a alma feito horizonte
E um céu nublado de fronte faz emponchar à consciência.
Andar é rumo e distância, solidão, pingos e estradas
Com alegrias maneadas entre o nascente e o poente
Um tempo incerto na frente, limite de liberdade
Pra um dia virar saudade e ganhar nome de ausente.
E se ultrapassar querências a extraviar esperanças
Deixando rastros, lembranças assinalando caminhos
E a magia dos carinhos, doces no amargo da estrada
É a principal das aguadas pros que andejam sozinhos.
E cada um, a seu modo com seu tempo e seus dias
A embuçalar nostalgias, gasta a vida por ai
Esquecendo de sorrir, deixando esperanças boas
Se afogarem nas lagoas entre os juncais do existir.