Letra de Senhor das Manhãs de Maio - Luiz Marenco
Disco A
01
Um Vistaço na Tropa
02
Batendo Água
03
Fronteiro de Alma e Pampa
04
Quando Alguém Vem na Estrada
05
Senhor das Manhãs de Maio
06
Quando o Verso Vem Pras Casa
07
Cansando o Cavalo
08
Enchendo os Olhos de Campo
09
Changueiro de Vida e Lida
10
Onde Andará
11
No Compasso do Meu Mundo
12
Alma de Estância e Querência
Disco B
01
Andapago
02
De Laço Nos Tentos
03
Quando Me Encontro Solito
04
Balcão de Pulperia
05
Milonga Para Cantar Querência
06
De Tropa e Inverno
07
Sonhos e Mágoas
08
À Don Ávila e Seu Tobiano
09
Égua, Poncho é Teu Dono
10
Lamento do Laçador
11
Pela Cordeona do Tempo
12
De Vida e Caminhos
Senhor das Manhãs de Maio
Meu galpão de alma tranqüila ressucita todo dia
Cada vez que o sol destapa sua silhueta sombria
E desenha cinamomos na minha querência vazia
Senhor das manhãs de maio ceva este mate pra mim
Que eu venho a tempos de lua minguando os sonhos assim
Os que eu posso sonho aos poucos os que eu não posso dou fim
{silêncio quando posso quando quero sou estrada
Diviso as coisas do tempo bem antes da madrugada
Numa prece que bem lembro refaço minhas orações
Pai nosso que estais no céu precisai vir aos galpões}
No descaso dos galpões solito quando me vejo
É que se achega a saudade com seus olhos de desejo
Pondo estrelas madrugueiras neste céu de picumã
Parecendo que se adentra pra contemplar minha manhã
Meus sonhos tomei pra vida pra minha rédea ao meu gosto
Pras dores da minha alma se ela cruzar este agosto
Por favor senhor dos mates não deixe a manhã tão triste
Mateia junto comigo que eu sei que tu ainda existe
{silencio quando posso quando quero sou estrada
Diviso as coisas do tempo bem antes da madrugada
Numa prece que bem lembro refaço minhas orações
Pai nosso que estais no céu precisai vir aos galpões
Pai nosso que estais no céu precisai vir aos galpões.}
Cada vez que o sol destapa sua silhueta sombria
E desenha cinamomos na minha querência vazia
Senhor das manhãs de maio ceva este mate pra mim
Que eu venho a tempos de lua minguando os sonhos assim
Os que eu posso sonho aos poucos os que eu não posso dou fim
{silêncio quando posso quando quero sou estrada
Diviso as coisas do tempo bem antes da madrugada
Numa prece que bem lembro refaço minhas orações
Pai nosso que estais no céu precisai vir aos galpões}
No descaso dos galpões solito quando me vejo
É que se achega a saudade com seus olhos de desejo
Pondo estrelas madrugueiras neste céu de picumã
Parecendo que se adentra pra contemplar minha manhã
Meus sonhos tomei pra vida pra minha rédea ao meu gosto
Pras dores da minha alma se ela cruzar este agosto
Por favor senhor dos mates não deixe a manhã tão triste
Mateia junto comigo que eu sei que tu ainda existe
{silencio quando posso quando quero sou estrada
Diviso as coisas do tempo bem antes da madrugada
Numa prece que bem lembro refaço minhas orações
Pai nosso que estais no céu precisai vir aos galpões
Pai nosso que estais no céu precisai vir aos galpões.}