Letra de Galponeando Chuva e Frio - Jari Terres
Disco A
01
A Hora do Canto Novo
02
Décima do Pelego
03
Coplas Pra Um Galpão de Estância
04
Al AclÍcio Zaragoza
05
De Campeiro Pra Campeiro
06
Verso e Reverso de Um Poncho
07
A Don Federico Viejo
08
À Santa Helena Ausente
09
Romance do Esquilador
10
Cavalo Bom Vai Pro Céu
11
Campo Afuera, Mi Consuelo
12
Querência, Tempo e Ausência
13
Galponeando Chuva e Frio
14
Sonhos e Mágoas
Galponeando Chuva e Frio
O dia surgiu nas sombras
Na garupa do aguaceiro
Trançando buçal de prata
Com água e ventos pampeiros
E amanheceu de alpargatas
Mateando ao pé do braseiro.
Um céu de osco fumaça
Pintou inteiro a manhã
Enquanto o galpão proseava
Em coro ao vocal das rãs
Um vento frio desmanchava
As copas do tarumã.
Dia e noite, noite e dia
Chove a chuva corre o rio
Roda o rodeio da vida
No sol quente ou dia frio.
A tarde se foi as grimpas
Quando a noite enraizou
Num galpão armado pampa
Com nostalgia emprenhou
A tristeza dá saudade
Aos olhos de quem cantou.
O céu negro azul profundo
Carrapateou-se de estrelas
Que a viver tremer luzindo
Faz sonhar quem percebê-la
No rancho o galpão é alma
E a noite pra entender-lhas.
Na garupa do aguaceiro
Trançando buçal de prata
Com água e ventos pampeiros
E amanheceu de alpargatas
Mateando ao pé do braseiro.
Um céu de osco fumaça
Pintou inteiro a manhã
Enquanto o galpão proseava
Em coro ao vocal das rãs
Um vento frio desmanchava
As copas do tarumã.
Dia e noite, noite e dia
Chove a chuva corre o rio
Roda o rodeio da vida
No sol quente ou dia frio.
A tarde se foi as grimpas
Quando a noite enraizou
Num galpão armado pampa
Com nostalgia emprenhou
A tristeza dá saudade
Aos olhos de quem cantou.
O céu negro azul profundo
Carrapateou-se de estrelas
Que a viver tremer luzindo
Faz sonhar quem percebê-la
No rancho o galpão é alma
E a noite pra entender-lhas.