Letra de A Hora do Canto Novo - Jari Terres
Disco A
01
A Hora do Canto Novo
02
Décima do Pelego
03
Coplas Pra Um Galpão de Estância
04
Al AclÍcio Zaragoza
05
De Campeiro Pra Campeiro
06
Verso e Reverso de Um Poncho
07
A Don Federico Viejo
08
À Santa Helena Ausente
09
Romance do Esquilador
10
Cavalo Bom Vai Pro Céu
11
Campo Afuera, Mi Consuelo
12
Querência, Tempo e Ausência
13
Galponeando Chuva e Frio
14
Sonhos e Mágoas
A Hora do Canto Novo
Será que o piazedo
Recém pelechado
Não sabe de nada
Eu acho que sabe
Tem mais horizonte
Que aquele de ontem
De infância maneada
Com todo respeito
A crina prateada
Terneiro do cedo
Tem quarto e papada
Cerrou sobre ano
Berrou na invernada
É um quadro presente
Da hora precoce
Exigem a posse
Que é deles realmente
É a voz experiente
Que sabe da lida
Que sabe da vida
Porque não consente
O índio mais rude
Tenteia a memória
No curso da história
Plantou-se a virtude
Cultura, saúde, relíquia de avós
E nunca uma voz gritou
Juventude
Ao canto dos galos
As gotas de orvalho
São chuvas que chovem
Se o tempo é dos jovens
Porque não prová-los
Tem mais horizonte
Que aquele de ontem
Recém pelechado
Não sabe de nada
Eu acho que sabe
Tem mais horizonte
Que aquele de ontem
De infância maneada
Com todo respeito
A crina prateada
Terneiro do cedo
Tem quarto e papada
Cerrou sobre ano
Berrou na invernada
É um quadro presente
Da hora precoce
Exigem a posse
Que é deles realmente
É a voz experiente
Que sabe da lida
Que sabe da vida
Porque não consente
O índio mais rude
Tenteia a memória
No curso da história
Plantou-se a virtude
Cultura, saúde, relíquia de avós
E nunca uma voz gritou
Juventude
Ao canto dos galos
As gotas de orvalho
São chuvas que chovem
Se o tempo é dos jovens
Porque não prová-los
Tem mais horizonte
Que aquele de ontem