Letra de O Baile das Negra Touro - Elton Saldanha
Disco A
01
Os "loco" Do Caticoco
02
Onde Anda Meu Amor
03
Quilombo dos Mamaus
04
Entrando no M'borore
05
Pé no Estribo
06
Os Cavaleiros da Paz
07
Castelhana
08
Bem-te-vi
09
Eu Sou do Sul
10
O Baile das Negra Touro
11
Perdido Num Baile De Fronteira
12
Amigo
13
O Sul é Meu Pais
14
Pé na Estrada
15
Vida Gineta
16
Pão Por Deus
17
Dezembro Em Uruguaiana
18
Mana De Santana
O Baile das Negra Touro
Quem conhece não esquece aqueles bailes de estouro
Que dava fim de semana no rancho das negra touro
A negra grande a mais forte arisca que nem coatiara
Cuidava a porta do rancho com um pedaço de taquara
O gaiteiro virocai já tocava com preguiça
E a negrada se acrocava que nem corvo na carniça
E lá pela madrugada um loco gritava rindo
Vamos se acordar negrada porque a policia vem vindo
No chará chá chá chá chá no chará chá chá chá chá
No chará chá chá reboleando a negra vai
No chará chá chá chá chá no chará chá chá chá chá
No chará chá chá vem cá negrinha do pai
E quem chegasse de fora naquele pretume bruto
Ia pensar que as morenas tavam bailando de luto
Tinha umas neguinhas nova outras pretas temporonas
Cada mais preta e retinta do que cabo de cambona
Lavavam roupa pra fora benziam a alma do povo
Num dia faziam baile noutro faziam de novo
O rio grande negra touro se apeava no teu portão
Pra tomar um passe com canha e se aloitá num vanerão
Que dava fim de semana no rancho das negra touro
A negra grande a mais forte arisca que nem coatiara
Cuidava a porta do rancho com um pedaço de taquara
O gaiteiro virocai já tocava com preguiça
E a negrada se acrocava que nem corvo na carniça
E lá pela madrugada um loco gritava rindo
Vamos se acordar negrada porque a policia vem vindo
No chará chá chá chá chá no chará chá chá chá chá
No chará chá chá reboleando a negra vai
No chará chá chá chá chá no chará chá chá chá chá
No chará chá chá vem cá negrinha do pai
E quem chegasse de fora naquele pretume bruto
Ia pensar que as morenas tavam bailando de luto
Tinha umas neguinhas nova outras pretas temporonas
Cada mais preta e retinta do que cabo de cambona
Lavavam roupa pra fora benziam a alma do povo
Num dia faziam baile noutro faziam de novo
O rio grande negra touro se apeava no teu portão
Pra tomar um passe com canha e se aloitá num vanerão