Letra de Ronda de Tropa - Elton Saldanha
Disco A
01
Planeta Gaúcho
02
Vaneirão Dos Bebuns
03
Soldado 1000 e Pouco
04
Todo Mundo Veio Pro Rodeio
05
Índia Guarani
06
Gaiteiro Apaixonado
07
Saudade Carga Pesada
08
Velório do Seu Tenório
09
Divina Menina
10
Espelho do Amor
11
Paisana De Uruguaiana
12
São Pedro Mandou Chover
13
O Ouro dos Arrozais
14
Gralha Azul
15
Bandeira do Rio Grande
16
Ronda de Tropa
Ronda de Tropa
Chapéu grande desabado e um poncho carnal vermelho
Um corredor desparelho e um redemunho de guampa
Zebu cruzado com o pampa, vaca de cria e faiada
Tropa estendida na estrada e o véio pago na estampa
Vou no fiador meu patrício tauriando com esta coplita
Que se desata solita, rondando solo e chincal
Parece um baile bagual no tilintar das chilenas
Lembra daquela morena me esperando no portal
Bamo reuni o pessoal que hoje a noite é de ronda
Cantar pro gado bagual antes que a lua se esconda
Era, êra, êra boi era boi era boiada
Este meu verso campeiro é pra abraçar os tropeiros
Que ainda vivem na estrada
São três semanas de tropa, de Santana ao Itaqui
De ponteiro véio ari, negro guapo e changueador
Vem culatreando o seu flor, capataz desses torenas
Que faz dueto das chilenas, com os flecos do tirador
E o benício lava a alma, num trago largo de vinho
E um toso de passarinho, ficou bonito no ruano
Sobre o basto castelhano leva a ânsia galponeira
De tropear a vida inteira os seus próprios desenganos
Era, êra, êra boi era boi era boiada
Um corredor desparelho e um redemunho de guampa
Zebu cruzado com o pampa, vaca de cria e faiada
Tropa estendida na estrada e o véio pago na estampa
Vou no fiador meu patrício tauriando com esta coplita
Que se desata solita, rondando solo e chincal
Parece um baile bagual no tilintar das chilenas
Lembra daquela morena me esperando no portal
Bamo reuni o pessoal que hoje a noite é de ronda
Cantar pro gado bagual antes que a lua se esconda
Era, êra, êra boi era boi era boiada
Este meu verso campeiro é pra abraçar os tropeiros
Que ainda vivem na estrada
São três semanas de tropa, de Santana ao Itaqui
De ponteiro véio ari, negro guapo e changueador
Vem culatreando o seu flor, capataz desses torenas
Que faz dueto das chilenas, com os flecos do tirador
E o benício lava a alma, num trago largo de vinho
E um toso de passarinho, ficou bonito no ruano
Sobre o basto castelhano leva a ânsia galponeira
De tropear a vida inteira os seus próprios desenganos
Era, êra, êra boi era boi era boiada