Letra de Madrugadas Gavionas - Cristiano Quevedo
Disco A
01
La Ariscona
02
Do Amanhã Dos Homens Livres
03
Calles De Las Cinacinas
04
Madrugadas Gavionas
05
Invierno, Lluvia Y Recuerdos
06
La Flor Del Bañado
07
Orejano
08
Amor Milongueiro
09
Meta Campo
10
Stefani
11
Contrapunto
12
Esta Milonga
13
Tá Llorando
14
La Pátria Compañeros
15
Pátria Grande
Madrugadas Gavionas
Mirei a última estrela
Quando já clareava o dia
Entre gaita, poesia e guitarreiros da fronteira
Onde minha alma guerreira
Retornara à querência
Pra beber a própria essência
Da velha pátria campeira
A meu Rio Grande crioulo
De guitarras e cordeonas
Canto tropas e potreadas
Nas madrugadas gaveonas
Mirei a última estrela
Emponchado de telurismo
Ouvi a voz do atavismo
Da pátria mãe que nos chama
Pra neste fim de semana
Reverenciar a cultura
No manancial que moldura
A casta chucra haragana
Por certo vou continuar
A mirar a última estrela
Esta luz guia sinuela
De tropeiros e andantes
E quem é que nos garante
Que este astro fogoneiro
Não é um fogão fronteiro
Dos que já foram antes
Quando já clareava o dia
Entre gaita, poesia e guitarreiros da fronteira
Onde minha alma guerreira
Retornara à querência
Pra beber a própria essência
Da velha pátria campeira
A meu Rio Grande crioulo
De guitarras e cordeonas
Canto tropas e potreadas
Nas madrugadas gaveonas
Mirei a última estrela
Emponchado de telurismo
Ouvi a voz do atavismo
Da pátria mãe que nos chama
Pra neste fim de semana
Reverenciar a cultura
No manancial que moldura
A casta chucra haragana
Por certo vou continuar
A mirar a última estrela
Esta luz guia sinuela
De tropeiros e andantes
E quem é que nos garante
Que este astro fogoneiro
Não é um fogão fronteiro
Dos que já foram antes