Letra de Payador, Pampa, Guitarra - Noel Guarany
Disco A
01
De Pulperias
02
Texto
03
India Cruda
04
Texto
05
En El Rancho Y La Cambicha
06
Meu Rancho
07
Texto
08
Filosofia de Gaudério
09
Texto
10
Bochincho
11
Texto
12
Romance do Petiço Mitay
13
Versus
14
Texto
15
Na Baixada do Manduca
16
Romance do Pala Velho
17
Payador, Pampa, Guitarra
18
Rio De Los Pajaros
19
Texto
20
Milonga de Três Banderas
Payador, Pampa, Guitarra
Payador - pampa e guitarra
Guitarra - payador - pampa
Três legendas de uma estampa
Onde a retina se amarra
Payador - pampa e guitarra
Flecos de pátria e poesia
Alma - terra e melodia
Sangue de um no corpo d'outro
Botas de garrão de potro
Da lonca da geografia.
Payador - alma e garganta
Emoção e sentimento
Melodioso chamamento
Que da terra se levanta
Parecendo quando canta
Com entonação baguala
Que as aves perdem a fala
E o vento apaga os rumores
Pois prá escutar payadores
Até o silêncio se cala.
Pampa - matambre esverdeado
Dos costilhares do prata
Que se agranda e se dilata
De horizontes estaqueados
Couro recém pelechado
Que tem pátria nas raizes
Aos teus bárbaros matizes
Os tauras e campeadores
Misturaram sangue às cores
Prá desenhar três paises.
Guitarra - china delgada
Que um dia chegou da ibéria
Para tornar - se gaudéria
Da pampa venta rasgada
Ao payador amasiada
Nas soledades charruas
Morando em quartos de luas
Guitarra e lua são gêmeas
E deus não fez duas fêmeas
Mais linda do que estas duas.
A guitarra - o payador
E o pampa sempre afinados
São cordas dos alambrados
Da vida, esse corredor
Paz - liberdade - e amor
Que nunca serão proscritos
Porque nos ermos solitos
Onde o canto se desgarra
Cada alma é uma guitarra
Presa entre dois infinitos.
Guitarra - payador - pampa
Três legendas de uma estampa
Onde a retina se amarra
Payador - pampa e guitarra
Flecos de pátria e poesia
Alma - terra e melodia
Sangue de um no corpo d'outro
Botas de garrão de potro
Da lonca da geografia.
Payador - alma e garganta
Emoção e sentimento
Melodioso chamamento
Que da terra se levanta
Parecendo quando canta
Com entonação baguala
Que as aves perdem a fala
E o vento apaga os rumores
Pois prá escutar payadores
Até o silêncio se cala.
Pampa - matambre esverdeado
Dos costilhares do prata
Que se agranda e se dilata
De horizontes estaqueados
Couro recém pelechado
Que tem pátria nas raizes
Aos teus bárbaros matizes
Os tauras e campeadores
Misturaram sangue às cores
Prá desenhar três paises.
Guitarra - china delgada
Que um dia chegou da ibéria
Para tornar - se gaudéria
Da pampa venta rasgada
Ao payador amasiada
Nas soledades charruas
Morando em quartos de luas
Guitarra e lua são gêmeas
E deus não fez duas fêmeas
Mais linda do que estas duas.
A guitarra - o payador
E o pampa sempre afinados
São cordas dos alambrados
Da vida, esse corredor
Paz - liberdade - e amor
Que nunca serão proscritos
Porque nos ermos solitos
Onde o canto se desgarra
Cada alma é uma guitarra
Presa entre dois infinitos.