Letra de Nazário Laguna - Noel Guarany
Disco A
01
De Pulperias
02
En el Rancho y La Cambicha
03
Bodoqueando
04
Destino Missioneiro
05
Rio De Los Pajaros
06
Destino de Peão
07
Milonga Del Peón de Campo
08
Nostalgia Da Estância
09
Fandango na Fronteira
10
Boi Preto
11
Alma Guarany
12
Chamarrita Da Costureira
13
Recuerdo Posteiro
14
Na Baixada do Manduca
15
Para El Que Mira Sin Ver
16
Los Ejes De Mi Carreta
17
Canto Ao Payador Missioneiro
18
Romance Do Batará
19
Nazário Laguna
20
Adeus Morena
Nazário Laguna
(João Sampaio/Noel Guarany)
Na calma cinza da tarde
O rio lhe acena e atrai
Naquele caíque andejo
Suprema herança do pai
Nazário adorando a pampa
Espelhada no uruguai
Nazário laguna é o nome
Desse costeiro de guerra
Toda uma estirpe andarenga
Ele conduz pras encerras
O rio correndo em murmúrio
Vem ser sua única terra
Se criou ao longo da costa
Como tanto índio cochicho
Toreando a vida de frente
Entre balsas e bochinchos
À força de chibo e peixe
Charque e óleo de capincho
Nas bailantas campesinas
Ou nalgum rancho argentino
Que gusto vê-lo bailar
Com la guaina del camino
Floreando aliviava o peito
Num chamamé correntino
Vaqueano das corredeiras
Mesmo em noites sem luar
Quando havia mais espaço
Pra um cristão se alimentar
Nazário contrabandeava
Entre o itaqui e alvear
Costeando por estes pueblos
Nazário é um rio profundo
Laguna de canções lindas
Com seu murmúrio fecundo
Pois quando pega a guitarra
Acende uma luz no mundo
Guaina: moça
Na calma cinza da tarde
O rio lhe acena e atrai
Naquele caíque andejo
Suprema herança do pai
Nazário adorando a pampa
Espelhada no uruguai
Nazário laguna é o nome
Desse costeiro de guerra
Toda uma estirpe andarenga
Ele conduz pras encerras
O rio correndo em murmúrio
Vem ser sua única terra
Se criou ao longo da costa
Como tanto índio cochicho
Toreando a vida de frente
Entre balsas e bochinchos
À força de chibo e peixe
Charque e óleo de capincho
Nas bailantas campesinas
Ou nalgum rancho argentino
Que gusto vê-lo bailar
Com la guaina del camino
Floreando aliviava o peito
Num chamamé correntino
Vaqueano das corredeiras
Mesmo em noites sem luar
Quando havia mais espaço
Pra um cristão se alimentar
Nazário contrabandeava
Entre o itaqui e alvear
Costeando por estes pueblos
Nazário é um rio profundo
Laguna de canções lindas
Com seu murmúrio fecundo
Pois quando pega a guitarra
Acende uma luz no mundo
Guaina: moça