Letra de Gaúcho Mirim - Os Mirins
Os Mirins
CD Campo Aberto 2012
Disco A
01
Vanerinha do Namoro
02
Vanera Xucra
03
O Xará de São Chico
04
Vanerinha do Coração
05
Valsa do Meu Pai
06
Campo Aberto
07
Eu Não Sou Convencido
08
Recomeço
09
Quem Vive do Verso
10
Xixo de Galpão
11
Perdoa o Ciúme
12
Gaiteiro Bom de Baile
13
Lamentos e Saudade
14
Vanera do Tempo Véio
15
Encontro de Almas
16
Por Apenas Uma Dança
17
Gaúcho Mirim
Gaúcho Mirim
Com alegria nos olhos clareando velhas estradas
Vem um guri nas pegadas do rastro da nossa gente
Provando pro mundo novo inteiro em cada versos que diz
Que existe um povo feliz neste sul de continente.
E o broto de um velho tronco rebrotando no arvoredo
Que aprende bem cedo beber na vertente pura
Com sua mão sobre o peito reverenciando a bandeira
Parece a estampa guerreira de um farrapo em miniatura.
Peleando no videogame, brincando com canivete
Viajando na internet com chimarrão ou refri
Cachorro quente ou churrasco; banho de sanga ou de ducha
Lá vem a história gaucha no coração do guri.
Num setembro bem montado, de espora, chapéu e mango
Lenço floreado ou chimango quando não é o maragato
Se iguala a um quadro pintado na moldura da poesia
Pra o retrato de uma cria do gauchismo de fato.
Cantando o amor pelo pago fandangueiro ou nativista
É muito mais que um artista esse gaucho mirim
Dá pra ver pela imponência deste guri que ali passa
Que a historia da nossa raça é força que não tem fim.
Vem um guri nas pegadas do rastro da nossa gente
Provando pro mundo novo inteiro em cada versos que diz
Que existe um povo feliz neste sul de continente.
E o broto de um velho tronco rebrotando no arvoredo
Que aprende bem cedo beber na vertente pura
Com sua mão sobre o peito reverenciando a bandeira
Parece a estampa guerreira de um farrapo em miniatura.
Peleando no videogame, brincando com canivete
Viajando na internet com chimarrão ou refri
Cachorro quente ou churrasco; banho de sanga ou de ducha
Lá vem a história gaucha no coração do guri.
Num setembro bem montado, de espora, chapéu e mango
Lenço floreado ou chimango quando não é o maragato
Se iguala a um quadro pintado na moldura da poesia
Pra o retrato de uma cria do gauchismo de fato.
Cantando o amor pelo pago fandangueiro ou nativista
É muito mais que um artista esse gaucho mirim
Dá pra ver pela imponência deste guri que ali passa
Que a historia da nossa raça é força que não tem fim.