Letra de Vanera Xucra - Os Mirins
Os Mirins
CD Campo Aberto 2012
Disco A
01
Vanerinha do Namoro
02
Vanera Xucra
03
O Xará de São Chico
04
Vanerinha do Coração
05
Valsa do Meu Pai
06
Campo Aberto
07
Eu Não Sou Convencido
08
Recomeço
09
Quem Vive do Verso
10
Xixo de Galpão
11
Perdoa o Ciúme
12
Gaiteiro Bom de Baile
13
Lamentos e Saudade
14
Vanera do Tempo Véio
15
Encontro de Almas
16
Por Apenas Uma Dança
17
Gaúcho Mirim
Vanera Xucra
Palanquei o sentimento e abracei a cordeona
Pra encilhar uma vanera que se criou redomona
Tentei segurar o tranco cabresteando no floreio
Mas, já no primeiro acorde saltou do fole e se veio
Firmei a cinchão das notas só pra evitar algum tombo
E a pelegama de versos larguei por cima do lombo
Num trancão de queixo duro, cheio de balda e mania
Se foi pela noite afora coiceando na baixaria
A minha vanera xucra não nasceu pra ser domada
Nos bailes da gauchada corcoveia a noite inteira
Na invernada da cordeona vai rebentando o alambrado
E eu ganho a vida grudado no lombo desta vanera
Abri a goela com gana pra acalmar a rebeldia
Saiu de venta rasgada procurando melodia
Notei enxergando o povo na alegria da festança
Que vanera que encilho é xucra que não se amansa
No rodeio de um surungo se embodoca, caborteira
E todo mundo balança no corcoveo da vanera
Passa o tempo eu não me aperto deste trancão mal domado
Pois carrega na garupa o xucrismo do meu estado.
Pra encilhar uma vanera que se criou redomona
Tentei segurar o tranco cabresteando no floreio
Mas, já no primeiro acorde saltou do fole e se veio
Firmei a cinchão das notas só pra evitar algum tombo
E a pelegama de versos larguei por cima do lombo
Num trancão de queixo duro, cheio de balda e mania
Se foi pela noite afora coiceando na baixaria
A minha vanera xucra não nasceu pra ser domada
Nos bailes da gauchada corcoveia a noite inteira
Na invernada da cordeona vai rebentando o alambrado
E eu ganho a vida grudado no lombo desta vanera
Abri a goela com gana pra acalmar a rebeldia
Saiu de venta rasgada procurando melodia
Notei enxergando o povo na alegria da festança
Que vanera que encilho é xucra que não se amansa
No rodeio de um surungo se embodoca, caborteira
E todo mundo balança no corcoveo da vanera
Passa o tempo eu não me aperto deste trancão mal domado
Pois carrega na garupa o xucrismo do meu estado.