Letra de Décima do Bailongo - Gaúcho da Fronteira
Disco A
01
Tão Pedindo um Vanerão
02
Nheco Vari Nheco Fum
03
João Tatu
04
Décima do Bailongo
05
Paixão de Cabo a Rabo
06
Forronerão
07
Pára Pedro
08
Adeus Mariana
09
Fandango da Esperança
10
Peleia de Mango
11
Bamo Fazê Diferente
12
Timbre de Galo
13
Um Gaúcho No Rock In Rio
14
Na Minha Terra Tem Quem Queira
Décima do Bailongo
Rancho escondido no mato na dobra do descampado
E o chinaredo grudado, o mesmo que carrapato
A cordeona que gagueja numa vanerita pampa
E o pulguedo a meia guampa rezando culto de igreja.
China com flor do vestido, como bandeira de guerra
E o cheiro doce da terra subindo do chão batido
Xirua boleia a anca num meio trote chasqueiro
E a fumaça do candieiro como baba de potranca.
O chamamé e a milonga, o vaneirão marca touro
Tirando notas de choro da velha gaita bailonga
E dizer que esta beleza que todo esse quadro vivo
Pertence ao museu nativo da nossa velha pureza.
Mataram nas madrugadas do cenário gauchesco
E o sarau carnavalesco contempla as tiangas peladas
E o reino das salomés nos tempos estilizados
Entre travestis e veados, as tangas e os top-less
Ali ninguém acha feio a moda que evoluciona
O gaiteiro e a sinhá dona floreando o bico do seio
E a tendência do "society" num devaneio me alongo
Prefiro mais os bailongos nas barrancas do Uruguai.
E o chinaredo grudado, o mesmo que carrapato
A cordeona que gagueja numa vanerita pampa
E o pulguedo a meia guampa rezando culto de igreja.
China com flor do vestido, como bandeira de guerra
E o cheiro doce da terra subindo do chão batido
Xirua boleia a anca num meio trote chasqueiro
E a fumaça do candieiro como baba de potranca.
O chamamé e a milonga, o vaneirão marca touro
Tirando notas de choro da velha gaita bailonga
E dizer que esta beleza que todo esse quadro vivo
Pertence ao museu nativo da nossa velha pureza.
Mataram nas madrugadas do cenário gauchesco
E o sarau carnavalesco contempla as tiangas peladas
E o reino das salomés nos tempos estilizados
Entre travestis e veados, as tangas e os top-less
Ali ninguém acha feio a moda que evoluciona
O gaiteiro e a sinhá dona floreando o bico do seio
E a tendência do "society" num devaneio me alongo
Prefiro mais os bailongos nas barrancas do Uruguai.