Letra de Apaisanado - Os Buenachos
Disco A
01
Namorando a Lua
02
Apaisanado
03
O Guasca e o Trem
04
Dobrando os Pelegos
05
Bugio Buenacho
06
Gaitinha Sonora
07
Traição de Compadre
08
Meu Céu Gaúcho Me Basta
09
Paisagem do Abandono
10
Feioso, Mas Gostoso
11
Razão e Liberdade
12
Não Mereço Teu Amor
13
Na Garupa Do Cavalo
14
Baile de Cobra
Apaisanado
Floreio o bico da gansa nesta gateada lobuna
A melhor das minhas alunas na doma tradicional
Por favor, não leve a mal este meu jeito fronteiro
Filho de pai brasileiro, hijo de madre oriental
Não carrego pretensão, mas não sou de me achicar
Decerto, trouxe de allá o gosto pela guitarra
Quando a saudade se agarra num bordoneio entonado
É o meu povo enforquilhado num bagual, mandando garra
Sou assim apaisanado, domador e guitarreiro
Diariamente peão campeiro, nas folgas campeio festa
Tapeio o chapéu na testa, pra ver melhor as imagens
Talento, fibra e coragem, não se compra, nem se empresta
Quem é do garrão da pátria, alma, sangue e procedência
O amor pela querência traz retratado na estampa
Retovos de casco e guampa no repertório da lida
Pra que o sentido da vida finque raízes na pampa
No cabo de uma "solinge" sou mais ligeiro que um gato
Do aporriado um carrapato largando só no garrote
E macho, pra me dar bote, não se perca por afoito
Junte mais um sete ou oito e me atropelem de lote
Numa milonga crioula, numa chamarra gaúcha
Pego grito de alapucha e me acomodo no embalo
Matei ao canto do galo, gosto do assunto bem claro
Se de a pé já não disparo, quanto mais bem a cavalo
Sou assim apaisanado, domador e guitarreiro......
A melhor das minhas alunas na doma tradicional
Por favor, não leve a mal este meu jeito fronteiro
Filho de pai brasileiro, hijo de madre oriental
Não carrego pretensão, mas não sou de me achicar
Decerto, trouxe de allá o gosto pela guitarra
Quando a saudade se agarra num bordoneio entonado
É o meu povo enforquilhado num bagual, mandando garra
Sou assim apaisanado, domador e guitarreiro
Diariamente peão campeiro, nas folgas campeio festa
Tapeio o chapéu na testa, pra ver melhor as imagens
Talento, fibra e coragem, não se compra, nem se empresta
Quem é do garrão da pátria, alma, sangue e procedência
O amor pela querência traz retratado na estampa
Retovos de casco e guampa no repertório da lida
Pra que o sentido da vida finque raízes na pampa
No cabo de uma "solinge" sou mais ligeiro que um gato
Do aporriado um carrapato largando só no garrote
E macho, pra me dar bote, não se perca por afoito
Junte mais um sete ou oito e me atropelem de lote
Numa milonga crioula, numa chamarra gaúcha
Pego grito de alapucha e me acomodo no embalo
Matei ao canto do galo, gosto do assunto bem claro
Se de a pé já não disparo, quanto mais bem a cavalo
Sou assim apaisanado, domador e guitarreiro......