Letra de Em Volta do Fogão - João Luiz Corrêa
Disco A
01
Velha Morada
02
Cruzando Serra e Fronteira
03
No Rancho da Candoca
04
Era Minha Vida
05
Não Deu Pra Te Esquecer
06
Touro Pintado
07
Me Vou Pra Vanera
08
Ladainha
09
Dançador e Bochincheiro
10
Por Você Me Amar
11
Farrancho Missioneiro
12
A Solidão e a Saudade
13
Gineteando
14
Em Volta do Fogão
15
Juntando Mosca
Em Volta do Fogão
O galo canta anunciando o dia
Que já me encontra em volta de um fogão
Tenteando o ponto que a chaleira chia
Sai no capricho o velho chimarrão
Vivo tranqüilo no meu rancho a beira mato
Três cachorros e um gato bichinhos de estimação
O mau bichano defende a tuia dos ratos
Totó bilú e novato velha guarda do galpão
Minha janela qual um quadro emoldurado
Donde espio para o galo e aprecio o céu de anil
Rente à tramela a espingarda pendurada
Retrato da namorada um maçarico e um cantil
Refrão
O galo canta anunciando o dia
Que já me encontra em volta de um fogão
Tenteando o ponto que a chaleira chia
Sai no capricho o velho chimarrão
Para o asseio do lombo desse vivente
Tenho água de vertente cristalina como que
Fresca ao verão e no inverno brota quente
Costumeira paz e sempre da alegria pro viver
Também não falta um rádio velho companheiro
Pra me inteira de entreveros que acontece no mundão
Entre cantigas descargas e muito chiado
Me alegra estar informado dos fandangos de galpão
Que já me encontra em volta de um fogão
Tenteando o ponto que a chaleira chia
Sai no capricho o velho chimarrão
Vivo tranqüilo no meu rancho a beira mato
Três cachorros e um gato bichinhos de estimação
O mau bichano defende a tuia dos ratos
Totó bilú e novato velha guarda do galpão
Minha janela qual um quadro emoldurado
Donde espio para o galo e aprecio o céu de anil
Rente à tramela a espingarda pendurada
Retrato da namorada um maçarico e um cantil
Refrão
O galo canta anunciando o dia
Que já me encontra em volta de um fogão
Tenteando o ponto que a chaleira chia
Sai no capricho o velho chimarrão
Para o asseio do lombo desse vivente
Tenho água de vertente cristalina como que
Fresca ao verão e no inverno brota quente
Costumeira paz e sempre da alegria pro viver
Também não falta um rádio velho companheiro
Pra me inteira de entreveros que acontece no mundão
Entre cantigas descargas e muito chiado
Me alegra estar informado dos fandangos de galpão