Letra de Velha Morada - João Luiz Corrêa
Disco A
01
Velha Morada
02
Cruzando Serra e Fronteira
03
No Rancho da Candoca
04
Era Minha Vida
05
Não Deu Pra Te Esquecer
06
Touro Pintado
07
Me Vou Pra Vanera
08
Ladainha
09
Dançador e Bochincheiro
10
Por Você Me Amar
11
Farrancho Missioneiro
12
A Solidão e a Saudade
13
Gineteando
14
Em Volta do Fogão
15
Juntando Mosca
Velha Morada
Um fogo de chão
Pra aquecer a saudade
Dos tempos de outrora
Que não voltam mais
Um mate a capricho
Pra sorver solito
E a seiva do amargo
Lembranças me traz
Do canto do galo
Pra acordar bem cedo
Ao redor do brazeiro
Um café de chaleira
São velhos costumes
Da gente do campo
Vou guardar comigo
Pela vida inteira
Refrão
Que saudade
Aqui na cidade
A vida é danada
Vou me embora
Porque la pra fora
É minha morada
Um mouro petiço
Que eu tinha la fora
Juntava na espora
Pra uma pacholeada
De manhã cedinho
Saltava da cama
Pra tirar o leite
Da mocha bragada
Nos fins de semana
Que tinha surungo
Eu ia pra o povo
Arrumar cambicho
De volta pras casas
Na segunda - feira
Já estava prontito
Pra qualquer serviço
Ainda me lembro
Da simplicidade
E do aconchego
Da velha morada
Tão lindo recanto
Da mãe natureza
Com tanta beleza
Não falta mais nada
Já não vejo a hora
De poder voltar
Para o seio da terra
Que me viu crescer
A velha morada
Rodiada de campo
Foi lá que nasci
E lá quero morrer.
Pra aquecer a saudade
Dos tempos de outrora
Que não voltam mais
Um mate a capricho
Pra sorver solito
E a seiva do amargo
Lembranças me traz
Do canto do galo
Pra acordar bem cedo
Ao redor do brazeiro
Um café de chaleira
São velhos costumes
Da gente do campo
Vou guardar comigo
Pela vida inteira
Refrão
Que saudade
Aqui na cidade
A vida é danada
Vou me embora
Porque la pra fora
É minha morada
Um mouro petiço
Que eu tinha la fora
Juntava na espora
Pra uma pacholeada
De manhã cedinho
Saltava da cama
Pra tirar o leite
Da mocha bragada
Nos fins de semana
Que tinha surungo
Eu ia pra o povo
Arrumar cambicho
De volta pras casas
Na segunda - feira
Já estava prontito
Pra qualquer serviço
Ainda me lembro
Da simplicidade
E do aconchego
Da velha morada
Tão lindo recanto
Da mãe natureza
Com tanta beleza
Não falta mais nada
Já não vejo a hora
De poder voltar
Para o seio da terra
Que me viu crescer
A velha morada
Rodiada de campo
Foi lá que nasci
E lá quero morrer.