Letra de Ecos Condoreiros - Cesar Passarinho
Disco A
01
Galope dos Sonhos
02
Campo e Flor
03
Tropeiro
04
Milonga Amorosa
05
De Alma Leve
06
Mágico Cantar
07
Versos e Canto ao Taim
08
Grongueiro
09
Gauchada
10
Ecos Condoreiros
11
Pra Um Gauderiar Estreleiro
12
O Homem, a Alma e as Águas
13
Clarão Rural
14
Menina Jardineira
15
Trovador
16
Coplas
Ecos Condoreiros
No alto das cordilheiras
Grande palco do infinito
Há palavras condoleias
Ecoando como um grito
Já se foram tantos anos
Mil conchavos preconceito
São as leis que tem defeito
O meu mundo é sem hermanos
Quero as asas do condor
Pra voa na fantasia
E o poeta esquece a dor
Pra ser ninho de poesia
{repete}
Senhor deus na imensidade
Em que estrela te abrigastes
Rica e pobre humanidade
Tua imagem tão contrastes
Na garganta tua aparento
De arrumanda como quer
Vai o fraco sem lamento
Suportando o que poder
Multidão de injustiçados
Por razões convencionais
Quantos sonhos malogrados
Só promessas e nada mais
Na vertente da ilusão
Ainda sangram a vontade
De cantar a liberdade
Sem o peso da opressão
Quero as asas do condor
Pra voa na fantasia
E o poeta esquece a dor
Pra ser ninho de poesia
{repete}
Multidão de injustiçados
Por razões convencionais
Quantos sonhos malogrados
Só promessas e nada mais
Na vertente da ilusão
Ainda sangram a vontade
De cantar a liberdade
Sem o peso da opressão
Quero as asas do condor
Pra voa na fantasia
E o poeta esquece a dor
Pra ser ninho de poesia
{repete}
Grande palco do infinito
Há palavras condoleias
Ecoando como um grito
Já se foram tantos anos
Mil conchavos preconceito
São as leis que tem defeito
O meu mundo é sem hermanos
Quero as asas do condor
Pra voa na fantasia
E o poeta esquece a dor
Pra ser ninho de poesia
{repete}
Senhor deus na imensidade
Em que estrela te abrigastes
Rica e pobre humanidade
Tua imagem tão contrastes
Na garganta tua aparento
De arrumanda como quer
Vai o fraco sem lamento
Suportando o que poder
Multidão de injustiçados
Por razões convencionais
Quantos sonhos malogrados
Só promessas e nada mais
Na vertente da ilusão
Ainda sangram a vontade
De cantar a liberdade
Sem o peso da opressão
Quero as asas do condor
Pra voa na fantasia
E o poeta esquece a dor
Pra ser ninho de poesia
{repete}
Multidão de injustiçados
Por razões convencionais
Quantos sonhos malogrados
Só promessas e nada mais
Na vertente da ilusão
Ainda sangram a vontade
De cantar a liberdade
Sem o peso da opressão
Quero as asas do condor
Pra voa na fantasia
E o poeta esquece a dor
Pra ser ninho de poesia
{repete}