Letra de Liberdade Xucra - Grupo Rodeio
Disco A
01
A Voz do Rio Grande
02
Abram Cancha Pro Rio Grande
03
Liberdade Xucra
04
De Tranco e Vanera
05
Chovendo Vanera
06
Sina de Andejo
07
Iguaria Campeira
08
De Tanto Pelear
09
Gaúchos de Fato
10
Portal da História
11
Cem Anos de Glória
12
Deus Gaúcho
13
Grito de Liberdade
14
Insana Guerra
15
Meu Medo
16
Milonga da Saudade
17
Xote na Chuva
18
Desabei
19
Figueira da Paixão
20
Lamentos
21
Escudos De Um Taura
Liberdade Xucra
Se vem de um galope alolargo
Pra um bater de cascos no chão
De crina derrubada ao vento
Desgarrado então, xucro do rincão
Tropél de estradão
Lonqueado de andar sem fronteiras
Pregado da vida campeira
Vistoso de pasto e campina
Bate um coração, alma de patrão
Um cavalo alazão....
E a vida dá toda a licença ao me ver galopar
Liberdade xucra que um homem não pôde domar
Paixão perdida que busca caminhos e não quer voltar
Se tu te vai, e tu não vem
Me levo a galguear nova vida contigo também
Se tu te vai, e tu não vem
Me levo a galguear nova vida contigo também
(pois tu lendária ânsia num tropél de vento e vida
Em pata quer orvalho se é verdade que no campo tem guarita
Num lustro brilhoso o céu é teu horizonte
Por cima da vida, por cima dos montes...)
Se vem de um galope alolargo
Pra um bater de cascos no chão
De crina derrubada ao vento
Desgarrado então, xucro do rincão
Tropél de estradão
Lonqueado de andar sem fronteiras
Pregado da vida campeira
Vistoso de pasto e campina
Bate um coração, alma de patrão
Um cavalo alazão....
E a vida dá toda a licença ao me ver galopar
Liberdade xucra que um homem não pôde domar
Paixão perdida que busca caminhos e não quer voltar
Se tu te vai, e tu não vem
Me levo a galguear nova vida contigo também
Se tu te vai, e tu não vem
Me levo a galguear nova vida contigo também
(...por certo sigo, marcas campeando cheiro de pasto
Contraponto em distância, desconheço cordas, desconheço basto
Meu legado é a hora incerta, pra quem busca um bem-querer,
Desconhece o que é o mal viver
E é por isso, que sempre que vejo um cavalo cruzar mato saudades.)
Pra um bater de cascos no chão
De crina derrubada ao vento
Desgarrado então, xucro do rincão
Tropél de estradão
Lonqueado de andar sem fronteiras
Pregado da vida campeira
Vistoso de pasto e campina
Bate um coração, alma de patrão
Um cavalo alazão....
E a vida dá toda a licença ao me ver galopar
Liberdade xucra que um homem não pôde domar
Paixão perdida que busca caminhos e não quer voltar
Se tu te vai, e tu não vem
Me levo a galguear nova vida contigo também
Se tu te vai, e tu não vem
Me levo a galguear nova vida contigo também
(pois tu lendária ânsia num tropél de vento e vida
Em pata quer orvalho se é verdade que no campo tem guarita
Num lustro brilhoso o céu é teu horizonte
Por cima da vida, por cima dos montes...)
Se vem de um galope alolargo
Pra um bater de cascos no chão
De crina derrubada ao vento
Desgarrado então, xucro do rincão
Tropél de estradão
Lonqueado de andar sem fronteiras
Pregado da vida campeira
Vistoso de pasto e campina
Bate um coração, alma de patrão
Um cavalo alazão....
E a vida dá toda a licença ao me ver galopar
Liberdade xucra que um homem não pôde domar
Paixão perdida que busca caminhos e não quer voltar
Se tu te vai, e tu não vem
Me levo a galguear nova vida contigo também
Se tu te vai, e tu não vem
Me levo a galguear nova vida contigo também
(...por certo sigo, marcas campeando cheiro de pasto
Contraponto em distância, desconheço cordas, desconheço basto
Meu legado é a hora incerta, pra quem busca um bem-querer,
Desconhece o que é o mal viver
E é por isso, que sempre que vejo um cavalo cruzar mato saudades.)