Letra de Da Estância Bolão de Ouro - Baitaca
Disco A
01
Lida Campeira
02
Cordeona Véia
03
Palanque Missioneiro
04
Lamento de Pobre
05
Vida de Campeiro
06
Falsas Promessas
07
O Doutor, o Padre e o Peão
08
Da Estância Bolão de Ouro
09
Preferido das Muié
10
Cantiga de Xucro
11
Ela Só Caminha – Participação Especial Glauber Duarte
12
Campeiro Que Canta Triste
Da Estância Bolão de Ouro
Compadre velho domingo tu vai lá em casa
Que o meu potrilho já está pronto pra domar
Que tua ajuda pra quebrar o queixo dele
Salta pra arriba que eu quero te amadrinhar
Compadre velho vá de manhã bem cedinho
Que eu já te espero com ele preso na mangueira
Eu te amadrinho no tostado frente aberta
Que é acostumado a pechar égua caborteira
Esse matungo é de raça bem veiaca
Dá cada coice de tremer as carretilhas
Pois o pai dele nunca senta os arreios
E a mãe dele é aporreada e tropilha
Esse cavalo é da estância bolão de ouro
Que é conhecida lá pras bandas do funchal
É terra forte do índio que gineteia
É campo fino do potro xucro e bagual
O capataz da estância bolão de ouro
Gosta de festa, de cordeona e de violão
Vai estar presente na primeira galopeada
Pois também gosta de lidar com redomão
Esse matungo é de raça bem veiaca
Dá cada coice de tremer as carretilhas
Pois o pai dele nunca senta os arreios
E a mãe dele é aporreada e tropilha
Este gaúcho é um índio que eu considero
E é pra ele que eu compus essa canção
Me dê licença vou encilhar o meu cavalo
Que tem a marca da estância do bolão
Esse matungo é de raça bem veiaca
Dá cada coice de tremer as carretilhas
Pois o pai dele nunca senta os arreios
E a mãe dele é aporreada e tropilha
Que o meu potrilho já está pronto pra domar
Que tua ajuda pra quebrar o queixo dele
Salta pra arriba que eu quero te amadrinhar
Compadre velho vá de manhã bem cedinho
Que eu já te espero com ele preso na mangueira
Eu te amadrinho no tostado frente aberta
Que é acostumado a pechar égua caborteira
Esse matungo é de raça bem veiaca
Dá cada coice de tremer as carretilhas
Pois o pai dele nunca senta os arreios
E a mãe dele é aporreada e tropilha
Esse cavalo é da estância bolão de ouro
Que é conhecida lá pras bandas do funchal
É terra forte do índio que gineteia
É campo fino do potro xucro e bagual
O capataz da estância bolão de ouro
Gosta de festa, de cordeona e de violão
Vai estar presente na primeira galopeada
Pois também gosta de lidar com redomão
Esse matungo é de raça bem veiaca
Dá cada coice de tremer as carretilhas
Pois o pai dele nunca senta os arreios
E a mãe dele é aporreada e tropilha
Este gaúcho é um índio que eu considero
E é pra ele que eu compus essa canção
Me dê licença vou encilhar o meu cavalo
Que tem a marca da estância do bolão
Esse matungo é de raça bem veiaca
Dá cada coice de tremer as carretilhas
Pois o pai dele nunca senta os arreios
E a mãe dele é aporreada e tropilha