Letra de Grosso Pra Palanque, Fino Pra Palito - Xiru Missioneiro
Disco A
01
Cuida de Você Pra Mim
02
Vem Cavando
03
O Titio Tá Louco
04
De Tonteá Mosquito
05
Grosso Pra Palanque, Fino Pra Palito
06
Num Chamamé
07
Tem Que Té Mé e Muié
08
Isso é Pra Acabar Com o Cheque do Leite
09
Casa das Tias
10
Abençoado
11
Troféu do Meu Rancho
12
Lições de Encilha
13
Um Taura Desta Comarca
14
Pra Ti Mamãe
15
Palavras de Amor
16
Se Tenteando Pro Namoro
17
Tropeiro de Sonhos
18
A Cor da Saudade
19
De Volta a Estância Ferradura
20
Prosa Pra São Miguel
Grosso Pra Palanque, Fino Pra Palito
Eu me criei a trompasso dos atropelos da vida
Acolherado na lida e nos costumes lá de fora
Mas os lascassos do mundo me empurraram pra cidade
Eu enfrentei a saudade da querência fui embora
Que nem cego em tiroteio o povo andava perdido
Mas por ser meio exibido entreverei na manada
Continuo o mesmo taura só um pouco falquejado
E não me sinto maneado no meio da gurizada
Sou grosso pra palanque e fino pra palito
Não acho nada esquisito não cultivo preconceito
Que vale é fazer festa com muita ceva e guria
Pois fartura e alegria não é falta de respeito
Eu me destrincho pachola em qualquer festa de luxo
Mas pra orgulho gaúcho não dou folga pra bombacha
Cruzo o dedo peito estufado e qualquer bem com avenida
Sempre de bem com a vida e quem me procura me acha
E me enfurno num bailão quando chaquaio os meus trapos
A mulherada quer papo e não rebolado me prende
Sempre me sobra algum osso pra empeçar um reboliço
Nem preciso usar o serviço do cateiro que se vende
Sou grosso pra palanque e fino pra palito
Não acho nada esquisito não cultivo preconceito
Que vale é fazer festa com muita ceva e guria
Pois fartura e alegria não é falta de respeito
Não sou nojento pum trago bebo vinho e cana pura
E o celular na cintura só vibra pra alguma gata
Gosto de churrasco gordo, mas se a fome me provoca
Me defendo com uma coca e um saquinho de batata
Carrego pouco dinheiro uma aqui outra fataca
Mas o bocó da guaiaca tá estufado de cartão
Sou campeiro no povero amante do gauchismo
E atraquei o modernismo na estampa de gauchão
Sou grosso pra palanque e fino pra palito
Não acho nada esquisito não cultivo preconceito
Que vale é fazer festa com muita ceva e guria
Pois fartura e alegria não é falta de respeito
Acolherado na lida e nos costumes lá de fora
Mas os lascassos do mundo me empurraram pra cidade
Eu enfrentei a saudade da querência fui embora
Que nem cego em tiroteio o povo andava perdido
Mas por ser meio exibido entreverei na manada
Continuo o mesmo taura só um pouco falquejado
E não me sinto maneado no meio da gurizada
Sou grosso pra palanque e fino pra palito
Não acho nada esquisito não cultivo preconceito
Que vale é fazer festa com muita ceva e guria
Pois fartura e alegria não é falta de respeito
Eu me destrincho pachola em qualquer festa de luxo
Mas pra orgulho gaúcho não dou folga pra bombacha
Cruzo o dedo peito estufado e qualquer bem com avenida
Sempre de bem com a vida e quem me procura me acha
E me enfurno num bailão quando chaquaio os meus trapos
A mulherada quer papo e não rebolado me prende
Sempre me sobra algum osso pra empeçar um reboliço
Nem preciso usar o serviço do cateiro que se vende
Sou grosso pra palanque e fino pra palito
Não acho nada esquisito não cultivo preconceito
Que vale é fazer festa com muita ceva e guria
Pois fartura e alegria não é falta de respeito
Não sou nojento pum trago bebo vinho e cana pura
E o celular na cintura só vibra pra alguma gata
Gosto de churrasco gordo, mas se a fome me provoca
Me defendo com uma coca e um saquinho de batata
Carrego pouco dinheiro uma aqui outra fataca
Mas o bocó da guaiaca tá estufado de cartão
Sou campeiro no povero amante do gauchismo
E atraquei o modernismo na estampa de gauchão
Sou grosso pra palanque e fino pra palito
Não acho nada esquisito não cultivo preconceito
Que vale é fazer festa com muita ceva e guria
Pois fartura e alegria não é falta de respeito