Letra de Dentro D'Alma - Wilson Paim
Disco A
01
Na Estrada do Sul
02
Cevando o Amargo
03
Manhãs
04
Êxtase
05
A Terceira Lãmina
06
Enquanto Você Não Quer
07
Encanto e Magia
08
Botando o Coração na Estrada
09
Me Escuta Amor
10
Esse Amor
11
Vida de Solteiro
12
Teias da Paixão
13
Encanto de Menina
14
Um E-mail Pra Ela
15
O Tempo de Um Beijo
Disco B
01
A Janela Fechada
02
Saudosa Ramada
03
Nas Varandas
04
Na Solidão da Campanha
05
Vidro
06
Mundo Mulher
07
Para Refletir
08
Promessa ao Tempo
09
Teatina
10
De Estrada e de Verso
11
Tempo Dourado
12
Nuestro Hogar
13
Perfume de Mulher
14
Dentro D'Alma
Dentro D'Alma
Por nascer no campo
Tudo sei de campo
Pois, tudo de campo
Meu velho, ensinou
Mas, que vale a lida
E, as lições de vida
Para quem, o campo
Um dia, deixou?
(Refrão)
Por que é que, o tempo
Não "bancou" nas rédeas
Sofrenando as mágoas
Que este taura sente
Por que, essa saudade
Que é sempre maleva
Teima em bater cascos
No peito da gente?
Hoje, as relembranças
Dos banhos de sanga
Do guasquear do vento
De geada e capim
Da prenda de trança
Que era só candura
Eu guardo arranchadas
Do fundo de mim
Que jeito mais lindo
De adoçar a alma
Quando se vagueia
Por dentro de si
Neste faz de conta
Eu torno presente
Um amor antigo
Que, há muito perdi.
Por luas de esperas
No tranquear das eras
Eu trago a esperança
De um dia, voltar
E, encontrar, de novo
As coisas deixadas
Em tempos de moço
No mesmo lugar!
(Repete o Refrão)
Por nascer no campo
Tudo sei de campo
Pois, tudo de campo
Meu velho, ensinou.
Tudo sei de campo
Pois, tudo de campo
Meu velho, ensinou
Mas, que vale a lida
E, as lições de vida
Para quem, o campo
Um dia, deixou?
(Refrão)
Por que é que, o tempo
Não "bancou" nas rédeas
Sofrenando as mágoas
Que este taura sente
Por que, essa saudade
Que é sempre maleva
Teima em bater cascos
No peito da gente?
Hoje, as relembranças
Dos banhos de sanga
Do guasquear do vento
De geada e capim
Da prenda de trança
Que era só candura
Eu guardo arranchadas
Do fundo de mim
Que jeito mais lindo
De adoçar a alma
Quando se vagueia
Por dentro de si
Neste faz de conta
Eu torno presente
Um amor antigo
Que, há muito perdi.
Por luas de esperas
No tranquear das eras
Eu trago a esperança
De um dia, voltar
E, encontrar, de novo
As coisas deixadas
Em tempos de moço
No mesmo lugar!
(Repete o Refrão)
Por nascer no campo
Tudo sei de campo
Pois, tudo de campo
Meu velho, ensinou.