Letra de Nas Varandas - Wilson Paim
Disco A
01
Na Estrada do Sul
02
Cevando o Amargo
03
Manhãs
04
Êxtase
05
A Terceira Lãmina
06
Enquanto Você Não Quer
07
Encanto e Magia
08
Botando o Coração na Estrada
09
Me Escuta Amor
10
Esse Amor
11
Vida de Solteiro
12
Teias da Paixão
13
Encanto de Menina
14
Um E-mail Pra Ela
15
O Tempo de Um Beijo
Disco B
01
A Janela Fechada
02
Saudosa Ramada
03
Nas Varandas
04
Na Solidão da Campanha
05
Vidro
06
Mundo Mulher
07
Para Refletir
08
Promessa ao Tempo
09
Teatina
10
De Estrada e de Verso
11
Tempo Dourado
12
Nuestro Hogar
13
Perfume de Mulher
14
Dentro D'Alma
Nas Varandas
Quero sentar nas varandas das casas
Grandes de outrora
Quero sorver a demora nessas prosas
Mais antigas
Quero ouvir as cantigas nas soleiras
Das janelas
E açucenas amarelas perfumando
Mãos amigas.
Quero enxergar jasmineiros enfeitando
As fachadas;
Donzelas enamoradas à espera
De um amor...
Quero sentir o sabor das iguarias
De forno
E o sopro de um vento morno mesclando
Cheiro de flor.
(Refrão)
Quero voltar para mim e amansar
As minhas ânsias,
Quero abrandar as distâncias
Nesses conflitos de esperas...
Para povoar taperas que habitam
Meus confins
Pra florescer os jardins do meu
Sonho primavera...
Quero passear nas calçados repartindo
O mesmo sonho...
Nesse semblante risonho de crianças
Em correrias;
O revoar das cotovias à procura
De abrigos,
Cultivar os bons amigos dando razão
Aos meus dias.
Quero embalar utopias nas cadeiras
De balanço...
Quero ter um gesto manso do viver
Interiorano;
Quero ser um soberano no lugar
Onde me achego
Onde reina o aconchego entre seres
Mais humanos!
(Repete o Refrão)
Grandes de outrora
Quero sorver a demora nessas prosas
Mais antigas
Quero ouvir as cantigas nas soleiras
Das janelas
E açucenas amarelas perfumando
Mãos amigas.
Quero enxergar jasmineiros enfeitando
As fachadas;
Donzelas enamoradas à espera
De um amor...
Quero sentir o sabor das iguarias
De forno
E o sopro de um vento morno mesclando
Cheiro de flor.
(Refrão)
Quero voltar para mim e amansar
As minhas ânsias,
Quero abrandar as distâncias
Nesses conflitos de esperas...
Para povoar taperas que habitam
Meus confins
Pra florescer os jardins do meu
Sonho primavera...
Quero passear nas calçados repartindo
O mesmo sonho...
Nesse semblante risonho de crianças
Em correrias;
O revoar das cotovias à procura
De abrigos,
Cultivar os bons amigos dando razão
Aos meus dias.
Quero embalar utopias nas cadeiras
De balanço...
Quero ter um gesto manso do viver
Interiorano;
Quero ser um soberano no lugar
Onde me achego
Onde reina o aconchego entre seres
Mais humanos!
(Repete o Refrão)