Letra de Reculutando Lembranças - Wilson Paim
Disco A
01
Pelos Fogões
02
Paixão Campesina
03
Um Canto de Amor Apenas
04
Era Primavera
05
Pastor Farrapo
06
De Um Campesino Romance
07
O Doce da Paixão
08
Ainda Existe Um Lugar
09
Universo dos Meus Sonhos
10
Cambichos de Uma Flor
11
Pedaços da Minha Infãncia
12
Bugio Nativista
13
Girassol
14
Cevador
15
O Beija-flor e a Rosa
16
Reculutando Lembranças
17
Martim-pescador
Reculutando Lembranças
Entrei pra dentro do tempo
Reculutando lembranças
Rememorando as andanças
E as rodadas que levei
No sobrelombo do mundo
Nasci, cresci, levei tombo
Sacudi, levantei
Cheguei nos tempos de ontem
Que a muito custo entendi
Que a pata do mundo esmaga
Um sonho bom de guri
Que a pata do mundo esmaga
Um sonho bom de guri
(a noite, potranca zaina
De nuvens empelegada
Perde o rumo em disparada
Na direção do sem-fim
E quando o baio da aurora
Clareia a pampa da vida
Eu nada mais sei de mim
Eu nada mais sei de mim)
Varei os campos abertos
O que restou já nem sei
Alguns dos pealos que dei
Morreram no pensamento
A tava, o truco e a china
Sempre foram minha sina
Rodaram no esquecimento
(a noite, potranca zaina
De nuvens empelegada
Perde o rumo em disparada
Na direção do sem-fim
E quando o baio da aurora
Clareia a pampa da vida
Eu nada mais sei de mim
Eu nada mais sei de mim)
Reculutando lembranças
Rememorando as andanças
E as rodadas que levei
No sobrelombo do mundo
Nasci, cresci, levei tombo
Sacudi, levantei
Cheguei nos tempos de ontem
Que a muito custo entendi
Que a pata do mundo esmaga
Um sonho bom de guri
Que a pata do mundo esmaga
Um sonho bom de guri
(a noite, potranca zaina
De nuvens empelegada
Perde o rumo em disparada
Na direção do sem-fim
E quando o baio da aurora
Clareia a pampa da vida
Eu nada mais sei de mim
Eu nada mais sei de mim)
Varei os campos abertos
O que restou já nem sei
Alguns dos pealos que dei
Morreram no pensamento
A tava, o truco e a china
Sempre foram minha sina
Rodaram no esquecimento
(a noite, potranca zaina
De nuvens empelegada
Perde o rumo em disparada
Na direção do sem-fim
E quando o baio da aurora
Clareia a pampa da vida
Eu nada mais sei de mim
Eu nada mais sei de mim)