Letra de Mexerico - Leonardo
Disco A
01
Viva a Bombacha
02
Morocha Não
03
Tertúlia
04
Xote Antigo
05
Céu, Sol, Sul, Terra e Cor
06
Pedido de Casamento
07
Chimarrita Galponeira
08
Mate Lavado
09
Sistema Antigo
10
A Volta do Gaúcho
11
Poesia Louca
12
Doce Amargo do Amor
13
Passo Fundo Tchê
14
Assombração
15
Valsa da Prenda Jovem
16
Queimadas e Coivaras
17
Mexerico
18
Teje Preso
19
Viva a Gaita
20
Xote Largado
21
Semente
Mexerico
A tristeza chegou no meu rancho
Cabresteando a saudade de alguém
Mexericos que andaram fazendo
Pra china que eu mais quero bem.
Uma amiga lindaça que tenho
Me abraçou e beijou com saudade
Este beijo que é dado no rosto
Com carinho, respeito e amizade
Minha prenda tomada de ciúme
Quando soube de tudo partiu
Sem saber a verdade chorou
Não parou, não me olhou
Não falou, nem me ouviu!
Mexeriqueiro, mexeriqueira,
Não importa se é homem ou mulher
É pessoa sem eira e nem beira
Que procura apartar quem se quer.
Minha prenda geniosa e ventana
Não me ouviu e levou tudo a mal
Não pensou que um beijo no rosto
É coisa de amigo, um gesto cordial.
Quanto rancho hoje vive tapera
Maledicência do mundo exterior
E ao redor de um fogão muito qüera
Amargando lembranças de amor.
Com saudade da china que amo
Me debruço nas cordas do pinho
Chimarreando lembranças lhe chamo
Entonado canções de carinho
Ainda ontem eu passei por ela
Lhe falei do meu rancho vazio
Sem virar a cabeça chorou,
Não parou, não me olhou
Não falou, nem me ouviu!
Cabresteando a saudade de alguém
Mexericos que andaram fazendo
Pra china que eu mais quero bem.
Uma amiga lindaça que tenho
Me abraçou e beijou com saudade
Este beijo que é dado no rosto
Com carinho, respeito e amizade
Minha prenda tomada de ciúme
Quando soube de tudo partiu
Sem saber a verdade chorou
Não parou, não me olhou
Não falou, nem me ouviu!
Mexeriqueiro, mexeriqueira,
Não importa se é homem ou mulher
É pessoa sem eira e nem beira
Que procura apartar quem se quer.
Minha prenda geniosa e ventana
Não me ouviu e levou tudo a mal
Não pensou que um beijo no rosto
É coisa de amigo, um gesto cordial.
Quanto rancho hoje vive tapera
Maledicência do mundo exterior
E ao redor de um fogão muito qüera
Amargando lembranças de amor.
Com saudade da china que amo
Me debruço nas cordas do pinho
Chimarreando lembranças lhe chamo
Entonado canções de carinho
Ainda ontem eu passei por ela
Lhe falei do meu rancho vazio
Sem virar a cabeça chorou,
Não parou, não me olhou
Não falou, nem me ouviu!