Letra de Da Estancia Pra Venda - Chiquito e Bordoneio
Disco A
01
Abertura
02
Do Tamanho do Brasil / No Rastro do Surungo / Domador e Gaiteiro / Do Meu Jeitão Bem Bagual
03
Chorando Se Foi (llorando Se Fuê)
04
Sofro e Choro / De Gaita e Pandeiro / Mandando Lenha / Remelexo
05
Se Tem "muié"
06
Balanço de Vanera / Adoçando o Amargo / Flor de Moranaça
07
Apostando Na Sorte / Poncho Amigo / Na Paz Do Campo
08
Irmão, Amigo e Parceiro
09
Peão Não Chora
10
Mais Que a Minha Vida
11
Ronda das Casas/Teia de Luz
12
Preciso te Encontrar / Frente a Frente
13
Guria Dos Meus Encantos / Quando Busco Te Esquecer / Eternamente Você
14
No Compasso da Sanfona / Fungando Poeira / Bem "Loco" Pra Dançar / Freio de Ouro
15
Swingando na Vanera
16
Da Estancia Pra Venda
17
Faz de Conta Que Eu Sou Ele
18
Gineteando
19
Amor Ausente
20
Roda Morena
21
Pra Bailar de Cola Atada
22
Balanço do Nego Juca
Da Estancia Pra Venda
Quanta saudade que tenho da minha infância do meu avô que pra mim foi uma legenda
O meu sorriso se espalhava na estância quando este velho me mandava ir na venda
Piá moleque do garrão encascurrado monta o petiço vai na venda pro teu vô
Segue o rio vai costeando o aramado porque a enchente o pontilhão já carregou
Upa, upa meu petiço da saudade
Lembrar a infância que ternura que me dá
Ir lá na venda fazer compra pro meu vô
Foi a relíquia do meus tempos de piá
Piá medonho não afrouxa o mocotó hoje a carga lá da venda vem pesada
O teu petiço vai e vem num tranco só é bom de pata não empaca na estrada
Traga uma lata de bolacha da fronteira erva-mate rapadura e fumo em rolo
Traga sal grosso e sabão para coceira e urna xerenga pra picar o meu crioulo
Upa, upa meu petiço da saudade
Lembrar a infância que ternura que me dá
Ir lá na venda fazer compra pro meu vô
Foi a relíquia do meus tempos de piá
Não te esqueça do meu vinho e da sardinha do mascavo e arroz pra carreteiro
Traga fermento e uma quarta de farinha como é gostoso o abençoado pão caseiro
Traga pavio e querosene meu guri o lampião velho tá num último suspiro
Traga espoleta pra minha velha taquari faz muito tempo que a danada não dá tiro
Upa, upa meu petiço da saudade
Lembrar a infância que ternura que me dá
Ir lá na venda fazer compra pro meu vô
Foi a relíquia do meus tempos de piá,
Traga anzol e barbante pra caniço e quatro dedos da purinha de alambique
Traga tamancos apropriados pra serviço que os da tua vó há muito tempo foi a pique
Leve contigo um fio do meu bigode que o bodequeiro anote tudo bem direito
Depois da safra a gente paga como pode caso não der este velhito dá um jeito
Upa, upa meu petiço da saudade
Lembrar a infância que ternura que me dá
Ir lá na venda fazer compra pro meu vô
Foi a relíquia do meus tempos de piá
O meu sorriso se espalhava na estância quando este velho me mandava ir na venda
Piá moleque do garrão encascurrado monta o petiço vai na venda pro teu vô
Segue o rio vai costeando o aramado porque a enchente o pontilhão já carregou
Upa, upa meu petiço da saudade
Lembrar a infância que ternura que me dá
Ir lá na venda fazer compra pro meu vô
Foi a relíquia do meus tempos de piá
Piá medonho não afrouxa o mocotó hoje a carga lá da venda vem pesada
O teu petiço vai e vem num tranco só é bom de pata não empaca na estrada
Traga uma lata de bolacha da fronteira erva-mate rapadura e fumo em rolo
Traga sal grosso e sabão para coceira e urna xerenga pra picar o meu crioulo
Upa, upa meu petiço da saudade
Lembrar a infância que ternura que me dá
Ir lá na venda fazer compra pro meu vô
Foi a relíquia do meus tempos de piá
Não te esqueça do meu vinho e da sardinha do mascavo e arroz pra carreteiro
Traga fermento e uma quarta de farinha como é gostoso o abençoado pão caseiro
Traga pavio e querosene meu guri o lampião velho tá num último suspiro
Traga espoleta pra minha velha taquari faz muito tempo que a danada não dá tiro
Upa, upa meu petiço da saudade
Lembrar a infância que ternura que me dá
Ir lá na venda fazer compra pro meu vô
Foi a relíquia do meus tempos de piá,
Traga anzol e barbante pra caniço e quatro dedos da purinha de alambique
Traga tamancos apropriados pra serviço que os da tua vó há muito tempo foi a pique
Leve contigo um fio do meu bigode que o bodequeiro anote tudo bem direito
Depois da safra a gente paga como pode caso não der este velhito dá um jeito
Upa, upa meu petiço da saudade
Lembrar a infância que ternura que me dá
Ir lá na venda fazer compra pro meu vô
Foi a relíquia do meus tempos de piá