Letra de Florecita - Joca Martins
Disco A
01
No Encontro da Madrugada
02
Milongão Sul - Riograndense
03
Florecita
04
Qualquer Domingo
05
Parceiros de Campo
06
Xucro Ofício
07
Pra Acender O Dia
08
Por Ter Querência Na Alma
09
Quando o Gaúcho Bombeia o Tempo
10
Alvorada Fronteira
11
A Sombra de uma Figueira
12
Luzeiros da Alma
13
Estancia Velha, Sou Eu
14
Quando o Comparsa Vem Chegando
15
Beira Estrada
16
Motivos de Campo
Florecita
Naquela xucra alma de botão
Havia lichiguanas arranchadas
Quando um chamamé enchia a sala,
Retouçando o pó das madrugadas.
E os olhos da morena Florecita
Eram lampejos de um vagalume...
Bailando com a graça das potrancas,
Deixava em cada canto o seu perfume.
Não sei de onde me vem a inspiração...
Mas sempre quando toca um chamamé recordo o rancho,
O Santa-Fé...
E a luz solita de um velho lampião.
E faço no aramado um violão
Os versos que eu queria dar pra ela...
Mas por haver no mundo uma cancela, a Florecita é só recordação.
Havia lichiguanas arranchadas
Quando um chamamé enchia a sala,
Retouçando o pó das madrugadas.
E os olhos da morena Florecita
Eram lampejos de um vagalume...
Bailando com a graça das potrancas,
Deixava em cada canto o seu perfume.
Não sei de onde me vem a inspiração...
Mas sempre quando toca um chamamé recordo o rancho,
O Santa-Fé...
E a luz solita de um velho lampião.
E faço no aramado um violão
Os versos que eu queria dar pra ela...
Mas por haver no mundo uma cancela, a Florecita é só recordação.