Letra de Baile do Sapucay - Joca Martins
Disco A
01
Campesino
02
Baile do Sapucay
03
De Como Cantar um Flete
04
Canto Alegretense
05
Décima do Potro Baio
06
Céu, Sol, Sul, Terra e Cor
07
Não Podemo Se Entregá Pros Home
08
Recuerdos da 28
09
Piazito Carreteiro
10
Tertúlia
11
A Boa Vista Do Peão De Tropa
12
Chasque para Don Munhoz
13
Minha Querência
14
Pilchas
15
Romance do Pala Velho
16
Guri
17
Prenda Minha
18
A Don Antônio Bonini
19
Entono de Ginete
Disco B
01
Vassoura De Guanxuma
02
Tropeiro, Doma E Tropilha
03
De Marcha Batida
04
Meus Amores
05
De Fogões E Inverneiras
06
Pêlos
07
Na Baixada Do Manduca
08
Negrinho Do Pastoreio
09
Ronda De Tropa
10
Última Lembrança
11
Destino De Peão
12
Gaúcho
13
Lástima
14
Veterano
15
Arranchado
16
Potro Sem Dono
17
Só Restou
18
Estampa
Baile do Sapucay
Neste compasso da gaita do Sapucay
Se bailava a noite inteira lá na costa do Uruguai..
Luz de candeeiro e o cheiro da polvadeira
Irmanava castelhanos e brasileiros na fronteira.
Choram as primas no compasso do Bordão
O guitarreiro canta toda a inspiração
E a cordeona num soluço retrechando
Marca o compasso do costeiro sapateando.
Neste compasso da gaita do Sapucay
Se arrastavam alpargatas lá na costa do Uruguai...
Chinas faceiras num jeito provocador
Vão sarandeando é um convite para o amor,
Levanta a poeira no sarandeio das chinas,
Recendendo a querosene com cheiro de brilhantina.
Neste compasso da gaita do Sapucay
O Mandico se alegrava lá na costa do Uruguai...
Até a guarda costeira se esqueceu do contrabando,
E o Sapucay chegava tocar se babando,
A gaita velha da baba do Sapucay
Chegou a apodrecer o fole neste faz que vai, não vai.
São Duas pátrias festejando nessa dança
Repartindo a mesma herança, comungando a mesma rima,
Disse o Cindinho que o Uruguai beija os nublentes,
Une o casal continente, pai Brasil, mãe Argentina...
E disse o poeta que lendário Rio Corrente,
Uniu o casal continente, pai Brasil, mãe Argentina.
Se bailava a noite inteira lá na costa do Uruguai..
Luz de candeeiro e o cheiro da polvadeira
Irmanava castelhanos e brasileiros na fronteira.
Choram as primas no compasso do Bordão
O guitarreiro canta toda a inspiração
E a cordeona num soluço retrechando
Marca o compasso do costeiro sapateando.
Neste compasso da gaita do Sapucay
Se arrastavam alpargatas lá na costa do Uruguai...
Chinas faceiras num jeito provocador
Vão sarandeando é um convite para o amor,
Levanta a poeira no sarandeio das chinas,
Recendendo a querosene com cheiro de brilhantina.
Neste compasso da gaita do Sapucay
O Mandico se alegrava lá na costa do Uruguai...
Até a guarda costeira se esqueceu do contrabando,
E o Sapucay chegava tocar se babando,
A gaita velha da baba do Sapucay
Chegou a apodrecer o fole neste faz que vai, não vai.
São Duas pátrias festejando nessa dança
Repartindo a mesma herança, comungando a mesma rima,
Disse o Cindinho que o Uruguai beija os nublentes,
Une o casal continente, pai Brasil, mãe Argentina...
E disse o poeta que lendário Rio Corrente,
Uniu o casal continente, pai Brasil, mãe Argentina.