Letra de Vozes Rurais - João de Almeida Neto
Disco A
01
Silva da Silva
02
Tango do Meretrício
03
Vozes Rurais
04
Nova Trilha
05
Vinho das Paixões
06
Gauchinha Bonita
07
Vaneirão Negra
08
Meu Canto
09
O Campo Não Sonha, Floresce
10
O Meu País
Disco B
01
Siempre Que Es Gaúcho El Cantor
02
As Razões do Boca Braba
03
O Coração Do Gaúcho
04
Floreio, Musas e Poemas
05
Definição Do Grito
06
O Pampa Vive Nos Homens
07
Nunca Te Olvide
08
Laçador de Barro
Vozes Rurais
Cada vez que um campeiro abre o peito
Num galpão interior que ele traz
Quem não quer o rio grande cantando
Com razões sem sentidos desfaz
Mas no meio de tantos estranhos
Momentistas e circunstanciais
Surge o forte refrão das campanhas
Entoado por vozes rurais
(dê-lhe boca essas bocas cantoras
Redentora da voz dos galpões
Dê-lhe pata e desata esse brado
Dos sagrados rituais dos fogões)
E entre cantos que negam e fogem
Aos atávicos tons musicais
Estão eles de bota e bombacha
Sustentando os padrões culturais
Que não falte coragem a esses homens
Contra o tempo agüentando o repuxo
E que a estranhas tendências imponham
O autêntico canto gaúcho
Num galpão interior que ele traz
Quem não quer o rio grande cantando
Com razões sem sentidos desfaz
Mas no meio de tantos estranhos
Momentistas e circunstanciais
Surge o forte refrão das campanhas
Entoado por vozes rurais
(dê-lhe boca essas bocas cantoras
Redentora da voz dos galpões
Dê-lhe pata e desata esse brado
Dos sagrados rituais dos fogões)
E entre cantos que negam e fogem
Aos atávicos tons musicais
Estão eles de bota e bombacha
Sustentando os padrões culturais
Que não falte coragem a esses homens
Contra o tempo agüentando o repuxo
E que a estranhas tendências imponham
O autêntico canto gaúcho