Letra de O Colono - Os Fagundes
Os Fagundes
CD Ao Vivo 2005
Disco A
01
Origens
02
Tropeiro Velho
03
Tô no Vanerão
04
Galpão Crioulo
05
Sestiando nos Meus Pelegos
06
No Balanço da Morena
07
Oh! de Casa
08
Última Lembrança
09
Querência
10
Menino da Porteira
11
Baita Baile
12
O Colono
13
Tambor do Coração
14
A Gente Canta
15
Canto Alegretense
16
Querência Amada
O Colono
Não ri seu moço daquele colono
Agricultor que ali vai passando
Admirado com o movimento
Desconfiado la vai tropeçando
Ele não veio aqui te pedir nada
São ferramentas que ele anda comprando
Ele é digno do nosso respeito
De sol a sol vive trabalhando
Não toque flauta, não chame de grosso
Pra te alimentar, na roça esta lutando.
Se o terno dele não esta na moda
Não é motivo pra dar gargalhada
Este colono que ali vai passando
É o brasileiro da mão calejada
Se o seu chapéu é da aba comprida
Ele comprou e não te deve nada
É um roceiro que orgulha a pátria
Que colhe o fruto da terra lavrada
E se não fosse este colono forte
Tu ias ter que pegar na enxada.
E se tivese de pegar na enxada
Queria ver que mocinho moderno
Pegar na foice de um arado nove
E um machado pra cortar o cerno
E enfrentar doze horas de sol
No verão forte tu suava o terno
Tirar o leite arrancar mandioca
Em mês de julho no forte do inverno
Tuas mãozinhas finas delicada
Criava calo virava um inferno.
Este colono enfrenta tudo isto
E muito mais eu não disse a metade
Planta e colhe com suor do rosto
Pra sustentar nos aqui na cidade
Não ri seu moço mais deste colono
Vai estudar numa faculdade
Tire um dr chegue la na roça
Repare la quanta dificuldade
Faça algo por nossos colonos
Que deus lhe pague por tanta bondade.
Agricultor que ali vai passando
Admirado com o movimento
Desconfiado la vai tropeçando
Ele não veio aqui te pedir nada
São ferramentas que ele anda comprando
Ele é digno do nosso respeito
De sol a sol vive trabalhando
Não toque flauta, não chame de grosso
Pra te alimentar, na roça esta lutando.
Se o terno dele não esta na moda
Não é motivo pra dar gargalhada
Este colono que ali vai passando
É o brasileiro da mão calejada
Se o seu chapéu é da aba comprida
Ele comprou e não te deve nada
É um roceiro que orgulha a pátria
Que colhe o fruto da terra lavrada
E se não fosse este colono forte
Tu ias ter que pegar na enxada.
E se tivese de pegar na enxada
Queria ver que mocinho moderno
Pegar na foice de um arado nove
E um machado pra cortar o cerno
E enfrentar doze horas de sol
No verão forte tu suava o terno
Tirar o leite arrancar mandioca
Em mês de julho no forte do inverno
Tuas mãozinhas finas delicada
Criava calo virava um inferno.
Este colono enfrenta tudo isto
E muito mais eu não disse a metade
Planta e colhe com suor do rosto
Pra sustentar nos aqui na cidade
Não ri seu moço mais deste colono
Vai estudar numa faculdade
Tire um dr chegue la na roça
Repare la quanta dificuldade
Faça algo por nossos colonos
Que deus lhe pague por tanta bondade.