Letra de Origens - Os Fagundes
Os Fagundes
CD Ao Vivo 2005
Disco A
01
Origens
02
Tropeiro Velho
03
Tô no Vanerão
04
Galpão Crioulo
05
Sestiando nos Meus Pelegos
06
No Balanço da Morena
07
Oh! de Casa
08
Última Lembrança
09
Querência
10
Menino da Porteira
11
Baita Baile
12
O Colono
13
Tambor do Coração
14
A Gente Canta
15
Canto Alegretense
16
Querência Amada
Origens
Campeando um rastro de glória
Venho sovado de pealo
Erguendo a poeira da história
Nas patas do meu cavalo
O índio, que vive em mim
Bate um tambor
No meu peito
O negro, também assim
Tempera e adoça
O meu jeito
Com laço e com boleadera
Com garrucha e com facão
Desenhei pátria e fronteira
Pago, querência e nação.
Eu sei que não vou morrer
Porque de mim vai ficar
O mundo que eu construí
O meu rio grande, o meu lar
Campeando as próprias origens
Qualquer guri vai achar
Campeando as próprias origens
Qualquer guri vai achar.
Sou a gaita corcoveando
Nas mãos do velho gaiteiro
Dizendo por onde ando
Que sou gaúcho e campeiro
Eu sou o moço que canta
O pago em cada canção
E traz na própria garganta
O eco do seu violão.
Sou o guri pêlo duro
Campeando o mundo de amor
E me vou rumo ao futuro
Tendo no peito um tambor.
Eu sei que não vou morrer
Porque de mim vai ficar
O mundo que eu contruí
O meu rio grande, o meu lar
Campeando as próprias origens
Qualquer guri vai achar
Campeando as próprias origens
Qualquer guri, vai achar.
Venho sovado de pealo
Erguendo a poeira da história
Nas patas do meu cavalo
O índio, que vive em mim
Bate um tambor
No meu peito
O negro, também assim
Tempera e adoça
O meu jeito
Com laço e com boleadera
Com garrucha e com facão
Desenhei pátria e fronteira
Pago, querência e nação.
Eu sei que não vou morrer
Porque de mim vai ficar
O mundo que eu construí
O meu rio grande, o meu lar
Campeando as próprias origens
Qualquer guri vai achar
Campeando as próprias origens
Qualquer guri vai achar.
Sou a gaita corcoveando
Nas mãos do velho gaiteiro
Dizendo por onde ando
Que sou gaúcho e campeiro
Eu sou o moço que canta
O pago em cada canção
E traz na própria garganta
O eco do seu violão.
Sou o guri pêlo duro
Campeando o mundo de amor
E me vou rumo ao futuro
Tendo no peito um tambor.
Eu sei que não vou morrer
Porque de mim vai ficar
O mundo que eu contruí
O meu rio grande, o meu lar
Campeando as próprias origens
Qualquer guri vai achar
Campeando as próprias origens
Qualquer guri, vai achar.