Letra de Medley - Num Tranco De Vaneira / Faculdade Do Campo - Os Mateadores
Disco A
01
Abertura
02
Medley - Num Tranco De Vaneira / Faculdade Do Campo
03
Brega Demais
04
Medley - Chuva, Tropa E Saudade / O Potro Da Estância Querência
05
Medley - Doce Amada / Morena Paixão / Bolicheiro De Vila
06
Alô Meu Amor
07
Sob o Manto das Estrelas
08
Medley - Sovando Basto / Chamamento
09
Medley - Fica / Perdão
10
Minha Prenda Amada
11
Medley - Peão e Rodeio / Dando Folga pros Arreios
12
História dos Passarinhos
13
Vida de Gaúcho
14
Encerramento
Medley - Num Tranco De Vaneira / Faculdade Do Campo
Domar cavalo sempre foi minha vocação
Herdei de berço ou talvez seja minha sina
Levo comigo freio, mango e xergão
E entre os dedos muitos fiapos de crina
Primeira sova eu sempre dou campo a fora
Se reborqueia, parece que dança um tango
As cosca ficam na roseta da espora
E as balda levo junto a tala do mango
Essa escola não freqüenta cola fina
Atar o cacho onde a china prende o grampo
Saber as manhas de um xucro e saltar em cima
Só se aprende na faculdade do campo
Muito me agrada o pelado de um campestre
Sair cortando a virilha de um lobuno
Mostrar pra ele que o ginete é sempre o mestre
E o potro xucro vai sempre ser o aluno
Aos que se arrastam e aos que vão às alturas
Pra mim cair só se desmanche o arreio
Se me atrapalho a espora me segura
Se acaso caio fico pisando no freio
Essa escola não freqüenta cola fina
Atar o cacho onde a china prende o grampo
Saber as manhas de um xucro e saltar em cima
Só se aprende na faculdade do campo
Levar no encontro um brasino pra o rodeio
Campiar a volta ou sentir a mao na crina
Xinchar sozinho um zebu laçado ao meio
Pro potro novo é a primeira sabatina
Depois de tudo hay de ter sinceridade
Gesto de amigo para poder ensiná-lo
Nem sempre o homem é o dono da verdade
Muito se aprende ao lidar-se com cavalo
Essa escola não freqüenta cola fina
Atar o cacho onde a china prende o grampo
Saber as manhas de um xucro e saltar em cima
Só se aprende na faculdade do campo
Herdei de berço ou talvez seja minha sina
Levo comigo freio, mango e xergão
E entre os dedos muitos fiapos de crina
Primeira sova eu sempre dou campo a fora
Se reborqueia, parece que dança um tango
As cosca ficam na roseta da espora
E as balda levo junto a tala do mango
Essa escola não freqüenta cola fina
Atar o cacho onde a china prende o grampo
Saber as manhas de um xucro e saltar em cima
Só se aprende na faculdade do campo
Muito me agrada o pelado de um campestre
Sair cortando a virilha de um lobuno
Mostrar pra ele que o ginete é sempre o mestre
E o potro xucro vai sempre ser o aluno
Aos que se arrastam e aos que vão às alturas
Pra mim cair só se desmanche o arreio
Se me atrapalho a espora me segura
Se acaso caio fico pisando no freio
Essa escola não freqüenta cola fina
Atar o cacho onde a china prende o grampo
Saber as manhas de um xucro e saltar em cima
Só se aprende na faculdade do campo
Levar no encontro um brasino pra o rodeio
Campiar a volta ou sentir a mao na crina
Xinchar sozinho um zebu laçado ao meio
Pro potro novo é a primeira sabatina
Depois de tudo hay de ter sinceridade
Gesto de amigo para poder ensiná-lo
Nem sempre o homem é o dono da verdade
Muito se aprende ao lidar-se com cavalo
Essa escola não freqüenta cola fina
Atar o cacho onde a china prende o grampo
Saber as manhas de um xucro e saltar em cima
Só se aprende na faculdade do campo