Letra de Milonga de Encilhar Saudade - Os Serranos
Disco A
01
Estampa do Rio Grande
02
Doutor e Domador
03
Manotaço
04
Na Voz da Cordeona
05
Caminhoneiro, Sonho e Vida
06
Nos Faranchos do Quinto
07
Tapeando o Sombreiro
08
Quem Vem Lá da Minha Terra
09
Estampa Serrana
10
Volver en Guitarra
11
Vanera Serrana
12
Milonga de Encilhar Saudade
13
Peão Nativo
14
Das Missões à Fronteira
15
Tô Voltando Pra Casa
Disco B
01
Vanera Véia Baguala
02
Cheirando a Creolin
03
Noite de Inverno com Meu Pai
04
O Milho e a Familia
05
Olhos no Horizonte
06
Não dou Sangue pra Mutuca
07
Saudade Amarga dos Mates
08
A Força Divina
09
No Estouro do Meu Mango
10
Renasce o Rio Grande
11
Redomona
12
O Chapeludo
13
Sua Excelência o Bugio
14
Nos Varzedos da Fronteira
Milonga de Encilhar Saudade
Apeio após a lida
Em frente ao galpão
E sorvo pensamentos
Junto ao chimarrão
Proseio em si mesmado
E, as "vez" , até discuto
Com minha solidão
Maneio o potro xucro
Escramuçando anseios
Que, volta e meia
Não aceitam meus arreios
Me pego gineteando
O mais maula de todos
Essa ilusão
Mas que tristeza é essa?
E vem matear comigo
Nos finais de tarde
Entra em meu coração
Com seu jeito manso
Sem fazer alarde
Esquento outra água
Sem trocar a erva
Sem mudar o "eu"
Por "nós" , não adianta
O mate está lavado
E sigo embretado
Em tua lembrança
A vida quando mostra
Que uma ausência é forte
Ficamos "a la sorte"
Galopando a idade
Então esporeio
Esse devaneio
De pura saudade
Mas que tristeza é essa?
E vem matear comigo
Nos finais de tarde
Entra em meu coração
Com seu jeito manso
Sem fazer alarde
Mas que tristeza é essa?
E vem matear comigo
Nos finais de tarde
Entra em meu coração
Com seu jeito manso
Sem fazer alarde
Mas que tristeza é essa?
E vem matear comigo
Nos finais de tarde
Entra em meu coração
Com seu jeito manso
Sem fazer alarde
Em frente ao galpão
E sorvo pensamentos
Junto ao chimarrão
Proseio em si mesmado
E, as "vez" , até discuto
Com minha solidão
Maneio o potro xucro
Escramuçando anseios
Que, volta e meia
Não aceitam meus arreios
Me pego gineteando
O mais maula de todos
Essa ilusão
Mas que tristeza é essa?
E vem matear comigo
Nos finais de tarde
Entra em meu coração
Com seu jeito manso
Sem fazer alarde
Esquento outra água
Sem trocar a erva
Sem mudar o "eu"
Por "nós" , não adianta
O mate está lavado
E sigo embretado
Em tua lembrança
A vida quando mostra
Que uma ausência é forte
Ficamos "a la sorte"
Galopando a idade
Então esporeio
Esse devaneio
De pura saudade
Mas que tristeza é essa?
E vem matear comigo
Nos finais de tarde
Entra em meu coração
Com seu jeito manso
Sem fazer alarde
Mas que tristeza é essa?
E vem matear comigo
Nos finais de tarde
Entra em meu coração
Com seu jeito manso
Sem fazer alarde
Mas que tristeza é essa?
E vem matear comigo
Nos finais de tarde
Entra em meu coração
Com seu jeito manso
Sem fazer alarde