Letra de Um Filho que Canta Triste - Baitaca
Disco A
01
Galponeiro e Aporreado
02
Meus Companheiros
03
Pra Nunca Perder a Essência
04
Campeando Fandango
05
Estampa Xucra
06
Festa de Campo
07
Aos Campeiros e Ginetes
08
Cadela Baia
09
Um Filho que Canta Triste
10
Do Fundo da Grota
11
Castração a Pealo
12
Puxão de Oreia
13
Cheirando a Esterco de Vaca
14
Na Estância Pindai
15
Um Pouco do Que Fiz
16
Rio Grande de Sempre
Um Filho que Canta Triste
O culpado
É o destino meu pai
E tu não está comigo
Só resta dobrar o joelho
Em roda do teu jazigo
E uma tristeza que mundo afora se vai
Já que não tenho o meu pai
Canto pros pais dos amigos
Para escrever esses versos
Minha ideia despertou
Para o meu pai que tombou
Sem peleiar sem ter defesa
Com muita delicadeza
Eu fiz esse verso pra ti
Prometi e te escrevi
Porem com muita tristeza
Do meu pai hoje só resta
Saudade e recordação
Das empreitada de peão
Que eu e você fazia
Não pensou que aquele dia
Deixasse na corretesa
E nem esperava a surpresa
De morrer na covardia
Igual um touro faqueado
Parece até que estou vendo
Aquele teu sangue escorrendo
E tu não poder resistir
Muita vez me diverti
Mundo afora com esse coera
E meu peito se desespera
Sentindo falta de ti
Um golpe brabo igual a este
Não tem coração que aguente
Perder um pai covardemente
Uma lembrança persiste
Não tem taura que resiste
Um golpe de maldade
E hoje só resta saudade
E um filho que canta triste
Quem ainda tem o seu pai vivo
Dizer a ele! E trate bem
Respeite! E considere
Que igual a ele! Outro não tem
É o esteio! Do seu lar
E não adianta! Chorar
Depois que for
Pro além
É o destino meu pai
E tu não está comigo
Só resta dobrar o joelho
Em roda do teu jazigo
E uma tristeza que mundo afora se vai
Já que não tenho o meu pai
Canto pros pais dos amigos
Para escrever esses versos
Minha ideia despertou
Para o meu pai que tombou
Sem peleiar sem ter defesa
Com muita delicadeza
Eu fiz esse verso pra ti
Prometi e te escrevi
Porem com muita tristeza
Do meu pai hoje só resta
Saudade e recordação
Das empreitada de peão
Que eu e você fazia
Não pensou que aquele dia
Deixasse na corretesa
E nem esperava a surpresa
De morrer na covardia
Igual um touro faqueado
Parece até que estou vendo
Aquele teu sangue escorrendo
E tu não poder resistir
Muita vez me diverti
Mundo afora com esse coera
E meu peito se desespera
Sentindo falta de ti
Um golpe brabo igual a este
Não tem coração que aguente
Perder um pai covardemente
Uma lembrança persiste
Não tem taura que resiste
Um golpe de maldade
E hoje só resta saudade
E um filho que canta triste
Quem ainda tem o seu pai vivo
Dizer a ele! E trate bem
Respeite! E considere
Que igual a ele! Outro não tem
É o esteio! Do seu lar
E não adianta! Chorar
Depois que for
Pro além