Letra de Nas Patas do Meu Cavalo - Cristiano Quevedo
Disco A
01
Gaúcho Coração
02
Com o Sonho na Garupa
03
Destino de Peão
04
Madrugadas Gavionas
05
Nas Patas do Meu Cavalo
06
Mate e Mel
07
Só da Rancheira
08
Bem na Porteira
09
Tocando em Frente
10
Pé no Estribo
11
Guri de Campo
12
Maria Rosa
13
A Luz de um Olhar
14
Botando Corda / Missioneira / Tá Pegando Fogo / O Tranco da Morena Rosa
15
Vida Gineta
16
A Última Flor do Rancho
17
Contraponto
18
Regresso Farroupilha
Nas Patas do Meu Cavalo
Na boca o gosto do mate,
Cruzando as várzeas me calo
Só pra ouvir o bate bate,
Das patas do meu cavalo
E abrindo as asas do pala
Pra o sol, amigo que eu tenho,
Num trote manso me embala
Como se eu fosse um desenho
Sou hoje o que já fui ontem:
Gaudério, um guasca sem lei
Meu rumo é lá no horizonte
Da paz que eu sempre sonhei
(O vento escuta o que eu falo
Num verso feito oração
Nas patas do meu cavalo
Me sinto com os pés no chão)
Já muito eu tenho viajado,
Rédea solta, sem volver
Pachola e despeonado,
Assim nasci _vou morrer
Minha sina passarinheira
Me ensita a seguir viagem
Fechando e abrindo porteiras,
Não peço nem dou vantagem
Dinheiro eu não faço conta,
Sou assim e me defino
"prenda" fiel da minha honra,
"patroa" do meu destino
(O vento escuta o que eu falo
Num verso feito oração
Nas patas do meu cavalo
Me sinto com os pés no chão)
Cruzando as várzeas me calo
Só pra ouvir o bate bate,
Das patas do meu cavalo
E abrindo as asas do pala
Pra o sol, amigo que eu tenho,
Num trote manso me embala
Como se eu fosse um desenho
Sou hoje o que já fui ontem:
Gaudério, um guasca sem lei
Meu rumo é lá no horizonte
Da paz que eu sempre sonhei
(O vento escuta o que eu falo
Num verso feito oração
Nas patas do meu cavalo
Me sinto com os pés no chão)
Já muito eu tenho viajado,
Rédea solta, sem volver
Pachola e despeonado,
Assim nasci _vou morrer
Minha sina passarinheira
Me ensita a seguir viagem
Fechando e abrindo porteiras,
Não peço nem dou vantagem
Dinheiro eu não faço conta,
Sou assim e me defino
"prenda" fiel da minha honra,
"patroa" do meu destino
(O vento escuta o que eu falo
Num verso feito oração
Nas patas do meu cavalo
Me sinto com os pés no chão)