Letra de Dê-lhe que Dê-lhe Vanera / Capricha Gaiteiro - Grupo Matizes
Disco A
01
Fandanguerona
02
Homem é Tudo Igual / Galope do Mouro
03
Surungo de Candeeiro / No Compasso da Sanfona
04
Rato de Fandango / Gaiteiro Camarada
05
Gaúcho Don Juan
06
Baile na Serra
07
Chacoaiando as Mondongueiras / Fandango no Orelhano
08
Fandanguero / Cá no Fim do Mundo
09
Trato Bão
10
Temporal
11
Que Balanço Bom / Maria Dançadeira
12
Tava Tudo Bem
13
Dê-lhe que Dê-lhe Vanera / Capricha Gaiteiro
14
Nem Pisoteando Não Morre / Vanerão do Pau Fincado
Dê-lhe que Dê-lhe Vanera / Capricha Gaiteiro
Bamo que bamo dê-lhe que dê-lhe vanera
Bamo que bamo dê-lhe que dê-lhe vanera
Bamo que bamo nessa marca tafoneira
Xixo cuiudo que faz saltar da peneira
É fandango macho que o índio quebra o cacho
Dançando de espora faz estrago e alarido
Bate o pé no chão riscando no salão
Vai metendo os peitos e se enredando nos vestidos
É só na vanera que se levanta a poeira
E segue esse tranco num balança mas não cai
Sacudindo os quarto e chacoalhando as "cuaiera"
Se o baile é na fronteira nunca falta um sapucay
Eu sou um índio taita quando eu abro a gaita
A minha garganta tem a voz de um clarim
E nesse gaitaço hoje eu vou mostrar
Todo o gauchismo que brota dentro de mim
Bamo que bamo nesse tranco macanudo
É muito cuiudo pra incendiar o chinaredo
É desse jeito que se baila na fronteira
A noite inteira até de manhã bem cedo.
/
Capricha gaiteiro que o baile vai começar
O fandango tá bonito você não pode parar
Arrumei uma morena brasileira da fronteira
Entrou no baile me convidou pra dançar
Mexe pra lá, mexe pra cá
Que o fandango tá bonito
E hoje eu quero namorar
Mexe pra lá, mexe pra cá
Que o fandango ta gostoso
E não tem hora pra acabar
Bamo que bamo dê-lhe que dê-lhe vanera
Bamo que bamo nessa marca tafoneira
Xixo cuiudo que faz saltar da peneira
É fandango macho que o índio quebra o cacho
Dançando de espora faz estrago e alarido
Bate o pé no chão riscando no salão
Vai metendo os peitos e se enredando nos vestidos
É só na vanera que se levanta a poeira
E segue esse tranco num balança mas não cai
Sacudindo os quarto e chacoalhando as "cuaiera"
Se o baile é na fronteira nunca falta um sapucay
Eu sou um índio taita quando eu abro a gaita
A minha garganta tem a voz de um clarim
E nesse gaitaço hoje eu vou mostrar
Todo o gauchismo que brota dentro de mim
Bamo que bamo nesse tranco macanudo
É muito cuiudo pra incendiar o chinaredo
É desse jeito que se baila na fronteira
A noite inteira até de manhã bem cedo.
/
Capricha gaiteiro que o baile vai começar
O fandango tá bonito você não pode parar
Arrumei uma morena brasileira da fronteira
Entrou no baile me convidou pra dançar
Mexe pra lá, mexe pra cá
Que o fandango tá bonito
E hoje eu quero namorar
Mexe pra lá, mexe pra cá
Que o fandango ta gostoso
E não tem hora pra acabar