Letra de Canto Por Ti - Os Mirins
Disco A
01
Vaneirinha Nova
02
Meu Nome é Tchê
03
Mates de Saudade
04
Romance Campeiro
05
Menina Gaúcha
06
Arrepiando a Poeira
07
Saudade e Milonga
08
Recuerdos do Mouro Negro
09
Saudade Xucra
10
Surungo da Tia Nica
11
Fim de Baile
Disco B
01
Eh! Rio Grande
02
Peão Domador
03
Tropeiros da Tradição
04
Não Creio
05
O Amor
06
Aparpando os Recavem
07
Canto da Esperança
08
Sou Cantador
09
Canto Por Ti
10
Fuzarqueira
11
Minha Rainha
Canto Por Ti
As brasas se tornaram cinzas neste frio de agosto
O catre de pelego e pocho ficam me esperar
Por vezes já virei o mate que perdeu o gosto
E as horas vão cruzando calmas neste madrugar.
Agora é que eu entendo todos os queixunes
Daqueles que fizeram versos para a solidão
A vida vai ficando triste quando perde o lume
E a gente já não ganha forças pra nova paixão.
Por isso eu sento as garras quando chega o dia
No lombos desses mal domados que andam por ai
Parece que golpeando fundo estas sesmarias
Esqueço um pouco as amarguras de viver sem ti.
Quem me dera que esta chuva fina sobre meu abrigo
Que cala o cantar dos grilos, velhos seresteiros
Trouxesse um pouco de sono a este mal dormido
Deixando os quartos de ronda pra quem é tropeiro
Quem sabe se dormindo eu sonhe com a aquele morena
Cabelos de campo queimado onde fiz meu ninho
As vezes é preciso a dor para conhecer as penas
E as penas são sempre parceiras de quem é sozinho.
O catre de pelego e pocho ficam me esperar
Por vezes já virei o mate que perdeu o gosto
E as horas vão cruzando calmas neste madrugar.
Agora é que eu entendo todos os queixunes
Daqueles que fizeram versos para a solidão
A vida vai ficando triste quando perde o lume
E a gente já não ganha forças pra nova paixão.
Por isso eu sento as garras quando chega o dia
No lombos desses mal domados que andam por ai
Parece que golpeando fundo estas sesmarias
Esqueço um pouco as amarguras de viver sem ti.
Quem me dera que esta chuva fina sobre meu abrigo
Que cala o cantar dos grilos, velhos seresteiros
Trouxesse um pouco de sono a este mal dormido
Deixando os quartos de ronda pra quem é tropeiro
Quem sabe se dormindo eu sonhe com a aquele morena
Cabelos de campo queimado onde fiz meu ninho
As vezes é preciso a dor para conhecer as penas
E as penas são sempre parceiras de quem é sozinho.