Letra de Previsão - Adair de Freitas
Disco A
01
Previsão
02
De Já Hoje
03
Meu canto
04
Meu ranchinho
05
Mocito
06
Vento Xucro
07
Polka do Serro Chato
08
Estância da Harmonia
09
Cantiga da Esperança
10
Pampeano
11
Coplas Para um Tresnoitado
12
Obrigado Guria
Disco B
01
Sem Diploma ou Pedigree
02
Coplas de Saudade
03
Pra Falar do Zaino Estrela
04
Quando Chora uma Cordeona
05
Para Cantar o Rio Grande
06
Esses Meninos
07
Universo Campeiro
08
Palomas Postal da Pampa
09
Segredo Antigo
10
Searas de Paz
11
Romance de um Peão Posteiro
12
Changueiro de Vida e Lida
Previsão
O tempo se armou de fato
Lá pra o lado do Uruguai
Vai chover barbaridade
E, sem poncho, ninguém sai
O tempo se armou de fato
Lá pra o lado do Uruguai
Vai chover barbaridade
E, sem poncho, ninguém sai
E é por isso que o campeiro se agasalha
Porque sabe que não falha a previsão de vaqueano
Mesmo aragano, sabe que é dura a peleia
Quando a tempito se enfeia pro lado dos castelhano'
O tempo se armou de fato
Lá pra o lado do Uruguai
Vai chover barbaridade
E, sem poncho, ninguém sai
O tempo se armou de fato
Lá pra o lado do Uruguai
Vai chover barbaridade
E, sem poncho, ninguém sai
Isto é costume da gente lá da fronteira
Gente boa, sem fronteira, que observa a Natureza
É sutileza do peão e está provado
Se armando pra aquele lado, chove chuva com certeza
O tempo se armou de fato
Lá pra o lado do Uruguai
Vai chover barbaridade
E, sem poncho, ninguém sai
O tempo se armou de fato
Lá pra o lado do Uruguai
Vai chover barbaridade
E, sem poncho, ninguém sai
A vida é um tempo, temporal, vento maleva
E a vida que a gente leva leva o tempo pela mão
Meu bom patrão, que alegria se eu previsse
Que a chuva do amor caísse nos ranchos do meu rincão
O tempo se armou de fato
Lá pra o lado do Uruguai
Vai chover barbaridade
E, sem poncho, ninguém sai
O tempo se armou de fato
Lá pra o lado do Uruguai
Vai chover barbaridade
E, sem poncho, ninguém sai
Lá pra o lado do Uruguai
Vai chover barbaridade
E, sem poncho, ninguém sai
O tempo se armou de fato
Lá pra o lado do Uruguai
Vai chover barbaridade
E, sem poncho, ninguém sai
E é por isso que o campeiro se agasalha
Porque sabe que não falha a previsão de vaqueano
Mesmo aragano, sabe que é dura a peleia
Quando a tempito se enfeia pro lado dos castelhano'
O tempo se armou de fato
Lá pra o lado do Uruguai
Vai chover barbaridade
E, sem poncho, ninguém sai
O tempo se armou de fato
Lá pra o lado do Uruguai
Vai chover barbaridade
E, sem poncho, ninguém sai
Isto é costume da gente lá da fronteira
Gente boa, sem fronteira, que observa a Natureza
É sutileza do peão e está provado
Se armando pra aquele lado, chove chuva com certeza
O tempo se armou de fato
Lá pra o lado do Uruguai
Vai chover barbaridade
E, sem poncho, ninguém sai
O tempo se armou de fato
Lá pra o lado do Uruguai
Vai chover barbaridade
E, sem poncho, ninguém sai
A vida é um tempo, temporal, vento maleva
E a vida que a gente leva leva o tempo pela mão
Meu bom patrão, que alegria se eu previsse
Que a chuva do amor caísse nos ranchos do meu rincão
O tempo se armou de fato
Lá pra o lado do Uruguai
Vai chover barbaridade
E, sem poncho, ninguém sai
O tempo se armou de fato
Lá pra o lado do Uruguai
Vai chover barbaridade
E, sem poncho, ninguém sai