Letra de Dizem Que o Poeta é Louco - O Cancioneiro
Disco A
01
Lembrança do Passado
02
É Assim Que Eu Sou
03
Dizem Que o Poeta é Louco
04
Resposta do Facão Três Listas
05
Sou Um Felizardo
06
De Mala e Cuia
07
Parteiro de Faca
08
Sarandeiro das Águas
09
Conheça o Meu Rio Grande, Tchê!
10
Prova de Amor
11
Sem Você Não Sou Feliz
12
Meu Conselho
13
Desfrutando a Minha Herança
Dizem Que o Poeta é Louco
De fato eu não sou bem certo
Fui criado sem estudo
E escrevo e não me aperto
Quem escreve verso errado
Trazem pra mim que eu conserto
É isto mesmo moçada o grosso também têm vez!
Eu digo não sei bem certo
Porque não gosto de grito
Até hoje quem gritou
Pensando em fazer bonito
Eu deixei que nem criança
Chorando por pirulito
Manhoso!
Touro e cavalo velhaco
Sempre lidei com cuidado
Todo homem brigador
Com carinha de abusado
Sempre tratei com respeito
Pra também ser respeitado
Respeito impõe respeito!
Nunca gostei de brigar
Já briguei obrigado
Porque um homem correndo
Fica desmoralizado
Prefiro morrer com honra
Do que viver desonrado
Háha ...
Sou filho de raça pobre
Sem conhecer o conforto
Confiando e desconfiando
Sou que nem cavalo torto
Pra mudarem o meu sistema
Só sendo depois de morto
É o pau que nasce torto não se endireita rapaziada!
A mulher se amansa beijo
Estudante eu aconselho
Fazer um pano branco
Pra agarrar um pano vermelho
O burro se amansa espora
O covarde se espanta relho
Fui criado sem estudo
E escrevo e não me aperto
Quem escreve verso errado
Trazem pra mim que eu conserto
É isto mesmo moçada o grosso também têm vez!
Eu digo não sei bem certo
Porque não gosto de grito
Até hoje quem gritou
Pensando em fazer bonito
Eu deixei que nem criança
Chorando por pirulito
Manhoso!
Touro e cavalo velhaco
Sempre lidei com cuidado
Todo homem brigador
Com carinha de abusado
Sempre tratei com respeito
Pra também ser respeitado
Respeito impõe respeito!
Nunca gostei de brigar
Já briguei obrigado
Porque um homem correndo
Fica desmoralizado
Prefiro morrer com honra
Do que viver desonrado
Háha ...
Sou filho de raça pobre
Sem conhecer o conforto
Confiando e desconfiando
Sou que nem cavalo torto
Pra mudarem o meu sistema
Só sendo depois de morto
É o pau que nasce torto não se endireita rapaziada!
A mulher se amansa beijo
Estudante eu aconselho
Fazer um pano branco
Pra agarrar um pano vermelho
O burro se amansa espora
O covarde se espanta relho