Letra de Na Presilha do Laço - Nilton Ferreira
Disco A
01
Nos Varzedos da Fronteira
02
O Peão de Estância
03
Em Nome da Espora, do Mango e do Tento
04
Gaúcho de Coração
05
Não é Gaúcho Quem Não Gostar de Cavalo
06
Mocito
07
Zaino dos Cinco Salsos
08
De Tropa, Tempo e Distância
09
Pa Orgulho do Rio Grande
10
De Quem Vive Entre os Cavalos
11
Na Presilha do Laço
12
Saudade Reiuna
13
Pelos
Na Presilha do Laço
Anda muito maturrango
Pisando em terreno alheio,
Metendo mal o cavalo,
Esparramando o rodeio,
Tenteando na volta errada
Cheio de estilo e floreio
Mas quando a pampa precisa
Falta comando no arreio.
A mentira não resiste
Por muito tempo parceiro
Que a verdade pede cancha
Quando se apaga o candeeiro,
O maula arrepia o pelo
Na fumaça do entrevero
Não é por nada que o campo,
Precisa é de homem campeiro.
Rio grande das invernadas!
Pátria forjada no braço
Querência dos campos buenos
Onde eu assino o qiue faço
Sustento as coisas que digo
Bem na presilha do laço.
No destino das estradas
Impera o jogo da sorte
Interesses mal contados
Perdidos do próprio norte...
Enquanto nas sesmarias
Rodeios de cria e corte
Fazem com que esta campanha
Cada vez fique mais forte.
Paro meu pingo de frente
Nada me cruza a cancela
Fico bombeando,sereno!
Pra ver se o touro atropela
Quem tem amor pela terra
Morre peleando por ela
Pois quando falta forquilha
É que enferruja a barbela.
Pisando em terreno alheio,
Metendo mal o cavalo,
Esparramando o rodeio,
Tenteando na volta errada
Cheio de estilo e floreio
Mas quando a pampa precisa
Falta comando no arreio.
A mentira não resiste
Por muito tempo parceiro
Que a verdade pede cancha
Quando se apaga o candeeiro,
O maula arrepia o pelo
Na fumaça do entrevero
Não é por nada que o campo,
Precisa é de homem campeiro.
Rio grande das invernadas!
Pátria forjada no braço
Querência dos campos buenos
Onde eu assino o qiue faço
Sustento as coisas que digo
Bem na presilha do laço.
No destino das estradas
Impera o jogo da sorte
Interesses mal contados
Perdidos do próprio norte...
Enquanto nas sesmarias
Rodeios de cria e corte
Fazem com que esta campanha
Cada vez fique mais forte.
Paro meu pingo de frente
Nada me cruza a cancela
Fico bombeando,sereno!
Pra ver se o touro atropela
Quem tem amor pela terra
Morre peleando por ela
Pois quando falta forquilha
É que enferruja a barbela.