Letra de Canção de Amor e Despedida – Robledo Martins - Coxilha Nativista
Disco A
01
A Hora do Sétimo Anjo – Pirisca Grecco
02
Pouso da Cruz Alta – Juliano Javoski
03
Além de Todos os Extremos – Maurício Barcellos
04
Quem Vem Lá – Oristela Alves
05
Que Tem Nome de Querência – Marcelo Oliveira
06
Peon de Campo y Guitarrero – Lúcio Yanel
07
A Palavra – Jorge Freitas
08
À Luz da Milonga – Pirisca Grecco, Ricardo Martins e Mauro Moraes
09
Rancheirinha – Miguel Marques, Jorge Freitas e Ângelo Franco
10
Milonga Para Um Teatino – João de Almeida Neto
11
Canção de Amor e Despedida – Robledo Martins
12
A Mão do Tempo – Maurício Barcellos
Disco B
01
Marias de Ferro - Taine Schettert
02
Fundi de Carne de "Ovêia" - David Menezes Júnior
03
Benzedura - Angelino Rogério
04
No Pulsar Da Canção - Felipe Mello
05
Conselho de Um Domador - Sandro Fogaça e Grupo Embalo Nativo
06
Confraria - Angelino Rogério
07
Doces Lembranças - Victor Cézar Klein
08
De Homes e de Facas - Taine Schettert
09
Liga de Prata - Fernando de Carvalho e André Canterle
10
Deusa dos Poetas - Alisson Araújo, Gerson Fogaça, Jaérson Martins, Fernando Soares e Beto Barcellos
11
Amada Amiga - Érika Martins Lopes
12
Canto de Ausência - Alexandre Barreto
Canção de Amor e Despedida – Robledo Martins
Letra: Adão Quevedo
Música: Adão Quevedo
Intérprete: Robledo Martins
Guardo o gosto de pitanga,
que provei nos lábios teus,
cheiro de mato e de sanga,
perfume que a flor te deu.
Daquela noite de lua,
uma estrela distraída
caiu do céu, tonta e nua,
na hora da despedida.
Trago, entre os dedos, mimosa,
a seda dos teus cabelos,
e esta saudade cheirosa,
aquerenciada aos peçuelos.
Quando os corações se partem,
o corpo, em febre, palpita;
quem fica, segue viagem...
quem parte, pensa que fica.
Pela pampa orvalhada,
entoo minhas cantilenas,
levando a lua incendiada
no espelho das nazarenas.
Música: Adão Quevedo
Intérprete: Robledo Martins
Guardo o gosto de pitanga,
que provei nos lábios teus,
cheiro de mato e de sanga,
perfume que a flor te deu.
Daquela noite de lua,
uma estrela distraída
caiu do céu, tonta e nua,
na hora da despedida.
Trago, entre os dedos, mimosa,
a seda dos teus cabelos,
e esta saudade cheirosa,
aquerenciada aos peçuelos.
Quando os corações se partem,
o corpo, em febre, palpita;
quem fica, segue viagem...
quem parte, pensa que fica.
Pela pampa orvalhada,
entoo minhas cantilenas,
levando a lua incendiada
no espelho das nazarenas.