Letra de Missioneiro - Os Bilias
Disco A
01
Abre o Fole Tio Bilia
02
Tranco Galponeiro
03
Acostumado Com o Pega
04
Estâncias do Meu Pago
05
Missioneiro
06
Balançou meu Coração
07
Apertando a Brasa
08
Vó das Vaneras
09
Pedido pra Lua
10
Raízes Missioneiras
11
Rédeas Junto ao Coração
12
Morena Faceira
13
Filho de Tigre Sai Pintado
14
Salão da Vila
15
Vaneira do Tempo Antigo
16
Trono Reiúno
17
Tuc-tuc Coração
Missioneiro
Rezo a prece inaugural
Do payador das missões
Que amanheceu nos fogões
Sobre um couro de bagual
Enquanto ouvia um sorçal
Floreando um hino de guerra,
Na melodia que encerra
A origem dos instrumentos
E o Tupã - senhor dos ventos,
Benzia os cantos da terra!
De onde venho? - pra onde vou?
- o que não sabe - adivinha!
Venho do riba da linha,
Lá - onde a pátria se gerou.
O rio Uruguai berrou
E fez que a terra se abrisse
E dali - o guasca surgisse
Sobre o lombo do cavalo,
Volteando a história de um pialo
Pra que o gaúcho existisse!
Morri - mas ressuscitei,
Das cinzas da minha fé,
O sangue de São Sepé
Me fez santo - eu me fiz rei:
Gaúcho me transformei
Num barbaresco improviso
E - ali no chão impreciso,
De parceria com o vento,
Sou hoje - o prolongamento,
Do chão sagrado onde piso!
Do payador das missões
Que amanheceu nos fogões
Sobre um couro de bagual
Enquanto ouvia um sorçal
Floreando um hino de guerra,
Na melodia que encerra
A origem dos instrumentos
E o Tupã - senhor dos ventos,
Benzia os cantos da terra!
De onde venho? - pra onde vou?
- o que não sabe - adivinha!
Venho do riba da linha,
Lá - onde a pátria se gerou.
O rio Uruguai berrou
E fez que a terra se abrisse
E dali - o guasca surgisse
Sobre o lombo do cavalo,
Volteando a história de um pialo
Pra que o gaúcho existisse!
Morri - mas ressuscitei,
Das cinzas da minha fé,
O sangue de São Sepé
Me fez santo - eu me fiz rei:
Gaúcho me transformei
Num barbaresco improviso
E - ali no chão impreciso,
De parceria com o vento,
Sou hoje - o prolongamento,
Do chão sagrado onde piso!