Letra de Andarilho - Os Filhos do Rio Grande
Disco A
01
Apresentação
02
Encontro de Amigos
03
Vaneirinha do Adeus
04
Chegaram os de Bombacha | Vaneirinha do Casamento
05
É Assim Que Eu Sou
06
Flor do Meu Jardim
07
Nem Que Volte o Cheque
08
Joinha do Coração
09
Teu Apaixonado
10
História, Lenda e Canção | Levando a Vida nos Tentos
11
Flor do Baile
12
Bugio de São Francisco / Quem Não Dança Segura a Criança
13
Triste Romance
14
Beber, Cair e Levantar
15
Andarilho
16
Barquinho no Mar
17
Whisky Sem Gelo / Cabelos Compridos
18
Lembranças do Nosso Amor
19
Mocinhas do Interior
20
A Enfermeira
Andarilho
Abro a porteira e me aparto
Do campo verde e estancieiro
Só pra estender meu baixeiro
No capão dos corredores
Sou destes que os cantadores
Batizaram nas guitarras
No peito dum malacara
Vivo empurrando horizontes
Minha bíblia é um "martín fierro"
Sempre esbarro numa china
E a imagem que me domina
É um parador de rodeio
Já tive um rancho, senhores
E tardes de primaveras
Onde eu lavava a erva
Sentindo o cheiro das flores
Sou ponto vivo e consciente
Na estância real das estradas
Vivo domando as mágoas
De um passado inconveniente
Nas horas das rondas claras
O pensamento é tordilho
E eu recorro cada estrela
Recostado no lombilho
Meus olhos horizontais
Pintam quadro em campo alheio
Cada porteira é um anseio
Pra um calmo desencilhar
Talvez um dia eu encontre
Um olhar destes morenos
Sem baldas e nem venenos
E aqui me ponho a cantar
A cantar
A cantar
A cantar
A cantar...
Do campo verde e estancieiro
Só pra estender meu baixeiro
No capão dos corredores
Sou destes que os cantadores
Batizaram nas guitarras
No peito dum malacara
Vivo empurrando horizontes
Minha bíblia é um "martín fierro"
Sempre esbarro numa china
E a imagem que me domina
É um parador de rodeio
Já tive um rancho, senhores
E tardes de primaveras
Onde eu lavava a erva
Sentindo o cheiro das flores
Sou ponto vivo e consciente
Na estância real das estradas
Vivo domando as mágoas
De um passado inconveniente
Nas horas das rondas claras
O pensamento é tordilho
E eu recorro cada estrela
Recostado no lombilho
Meus olhos horizontais
Pintam quadro em campo alheio
Cada porteira é um anseio
Pra um calmo desencilhar
Talvez um dia eu encontre
Um olhar destes morenos
Sem baldas e nem venenos
E aqui me ponho a cantar
A cantar
A cantar
A cantar
A cantar...